O presidente alemão da Ordem de Malta critica duramente Burke e Festing

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • O cardeal filipino Luis Antonio Tagle, a reforma da Igreja e o próximo pontificado

    LER MAIS
  • “30% dos eleitos para serem bispos rejeitam a nomeação”, revela cardeal Ouellet, prefeito da Congregação para os Bispos

    LER MAIS
  • Vivemos uma ‘psicopatia difusa’ na política brasileira, diz psicanalista

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

21 Janeiro 2017

“Uma batalha entre tudo o que representa o Papa Francisco e uma pequena camarilha de velhos intransigentes suscetíveis, intransigentes que perderam o trem em todos os sentidos”. Esta é a duríssima sentença que o presidente alemão da Ordem de Malta lançou contra seus superiores, que estão em “rebelião aberta”, disse, contra o Papa por não se submeter à investigação ordenada por Bergoglio.

A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Religión Digital, 19-01-2017. A tradução é de André Langer.

Falando para o National Catholic Register, Erich Lobkowicz dirigiu esta reprovação aos máximos responsáveis da OrdemMatthew Festing e o cardeal Raymond Burke – defendendo-se de novas alegações que apontam que o ramo bávaro da Ordem – à qual pertence o criticado ex-Grão-Chanceler Albrecht Freiherr von Boeselager – procura transformá-la em uma associação estritamente laica.

“Os alemães querem tirar o Grão-Mestre e apoderar-se da Vía Condotti (quartel-geral da Ordem em Roma]”, dizem fontes citadas pelo Register. “Os alemães têm muito a ver com isso e não jogam de acordo com as regras”.

São acusações que Lobkowicz desmente taxativamente, embora se una cada vez mais ao grupo de presidentes nacionais que consideram que Festing e Burke agiram mal ao demitir Von Boeselager, em primeiro lugar, e ao intensificar sua sedição opondo-se à comissão de investigação do Papa.

Falando ao Register, Lobkowicz também declarou que a nova acusação contra a sua organização se dá porque ela está sendo atacada “por ser muito liberal, porque é mais fácil do que atacar o Papa”. “Dói muito ser difamado por certas pessoas que dizem que não fazemos nada senão desfrutar de nossos luxos, que não temos fé nem espiritualidade”.

“Ajudamos ativamente e fazemos tudo o que somos capazes de fazer para viver e proclamar a nossa fé católica”, reiterou Lobkowicz. “Não há nenhuma doutrina da Igreja à qual não aderimos”.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

O presidente alemão da Ordem de Malta critica duramente Burke e Festing - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV