Jesuítas: "Nenhum de nós jamais sonhou ou desejou um papa jesuíta"

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • As democracias engolidas e o erro de Piketty

    LER MAIS
  • A gig economy é a versão millennial do trabalho precário? Entrevista com Alexandrea Ravenelle

    LER MAIS
  • Zizek: Sanders sacode a política nos EUA

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

28 Setembro 2016

"Nós temos um papa jesuíta e sentimos também uma sintonia espiritual e de perspectivas bastante forte naquilo que ele diz e propõe à Igreja. Mas vivemos isso com uma liberdade muito grande." Foi assim que o padre Federico Lombardi respondeu às perguntas dos jornalistas durante a coletiva de imprensa de apresentação da 36ª Congregação Geral, que se reunirá a partir do dia 2 de outubro para eleger o sucessor do padre Adolfo Nicolás, que apresentou a sua renúncia depois de completar 80 anos de idade.

A reportagem é do sítio do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 27-09-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

"Nenhum de nós jamais sonhou ou desejou um papa jesuíta", afirmou Lombardi, referindo-se ao quarto voto de fidelidade aos pontífices que caracteriza os seguidores da Companhia de Jesus: "O papa é o vigário de Cristo, e nós lhe pedimos quais são as orientações mais urgentes a serem seguidas".

"Acolhemos com muita alegria a eleição do Papa Francisco, mas sem sobrecarregar demais o fato de que ele é um papa jesuíta. A Companhia de Jesus trabalhou por mais de 400 anos e continuará também depois deste pontificado com o mesmo espírito, com a mesma afeição pelo vigário de Cristo. Em alguns anos, haverá outro: devemos ser capazes de seguir em frente também sem um papa jesuíta."

"Ter um papa jesuíta é significativo, é uma ocasião especial", acrescentou o padre Antonio Moreno, provincial da Província das Filipinas, lembrando que, depois da eleição do novo superior geral, "está sendo programada uma audiência ou um encontro" entre os jesuítas e o Papa Francisco.

Pode-se falar de "efeito Bergoglio" sobre a Companhia de Jesus? "É cedo demais", respondeu o padre Orlando Torres, reitor do Colégio Internacional do Gesù. "É claro – acrescentou –, há um interesse global por Bergoglio, ele está na mídia todos os dias. Em pouco tempo, ele teve uma influência enorme, tornando-se um ponto de referência não só para a Igreja, mas também para a sociedade civil, para pessoas que não se interessam pelas coisas da Igreja, e isso também tem uma influência sobre os jovens."

Leia mais:

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Jesuítas: "Nenhum de nós jamais sonhou ou desejou um papa jesuíta" - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV