Rios e cursos d’água secam com estiagem na Amazônia

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07 Setembro 2016

Os municípios amazonenses de Apuí, Anamã e Guajará decretaram situação de emergência por causa da estiagem. Os decretos estão publicados no Diário Oficial dos Municípios.

A reportagem é de Graziele Bezerra, publicada por Agência Nacional, 05-06-2016

Em Apuí, no sul do estado, a escassez de chuvas nos últimos meses provocou o desaparecimento de pequenos rios e cursos de água.

A estiagem afeta, também, rios como o Madeira, fundamental na trafetabilidade da região. O baixo nível do rio está impedindo a navegação de balsas, provocando o isolamento do município e dificultando a chegada de alimentos na cidade.

A situação se repete em Anamã, a 129 quilômetros de Manaus. O decreto de emergência, além de declarar a situação anormal no município, autoriza a convocação de voluntários para atuar em ações de apoio aos atingidos pela seca.

Guajará, que já estava em alerta reforçou a preocupação com a falta de chuvas. Esta é a pior seca dos últimos dez anos e afeta, principalmente, a zona rural do município. A cidade também enfrenta o desabastecimento de comida e sente os impactos da seca na agricultura, na pecuária e no extrativismo.

Pelo menos dez municípios amazonenses permanecem em estado de alerta. Segundo o Ministério da Agricultura as precipitações das estações chuvosas na Amazônia, verificadas no último trimestre de 2015 diminuíram 50% comparadas a média normal.

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