Coletivo de entidades lança a campanha “Brasil pela Democracia e pela Vida”

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07 Julho 2020

O momento histórico exige que a sociedade civil brasileira se coloque em movimento, em articulação e mobilização”, conclama a campanha “Brasil pela Democracia e pela Vida”, abraçada por 70 organizações sociais, da saúde ao direito, da educação aos direitos humanos, lançada na segunda-feira, 29 de junho, em Brasília.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O coletivo de entidades entende que é preciso reunir tod@s que consideram a proteção da vida e da democracia valores universais, “atualmente agredidos e ameaçados pelas medidas e iniciativas de autoridades públicas do Governo Federal”. A campanha surgiu por iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), centrais sindicais, Comissão Arns e Pacto pela Democracia.

Também o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) e a Comissão Brasileira de Justiça e Paz aderiram ao movimento. “É importante que um organismo ecumênico faça parte de uma campanha Pela Democracia e pela Vida”, justificou a secretária-geral do Conic, pastora Romi Bencke, “por causa do nosso testemunho público de que a fé em Jesus Cristo é contrária a toda forma de violência e de totalitarismos”.

O sistema democrático não é um processo acabado, em nenhum lugar do mundo, mas em permanente transformação, na qual “podemos fortalecer as pluralidades de sujeitos e de culturas. É na democracia que a diversidade religiosa pode ser respeitada”, disse.

A democracia brasileira carece de debates aprofundados em questões que precisam ser superadas, como o racismo e a desigualdade econômica, as diferentes formas de preconceito , a exploração sem limites da natureza, a privatização dos recursos naturais, a intolerância religiosa, a cultura do ódio, destacou a pastora. “Tudo o que nega a vida é contrário à fé em Jesus Cristo”, frisou.

A democracia está ameaçada, aponta nota informativa sobre a campanha. “As instituições, a imprensa, a cidadania e o Estado Democrático de Direito estão sob permanente e inconcebível ataque. Preceitos constitucionais fundamentais têm sido descumpridos. Vemos aviltada a soberania de decidir e conduzir nossa política econômica e o melhor e mais sustentável uso de nossos recursos estratégicos”.

A campanha convida ao diálogo e uma ação como esta “pode contribuir para que as pessoas reflitam sobre onde chegamos como país. Nós nos perdemos. Nosso tecido social está diluído”, afirmou a secretária-geral do Conic.

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