Periferia de Roma. Papa Francisco faz visita-surpresa às casas de alguns paroquianos para abençoá-los

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20 Maio 2017

O papa se “fez pároco”: com grande simplicidade, encontrou-se com as famílias, abençoou alguns apartamentos que compõem o condomínio da Praça Francesco Conteduca 11, deixando um terço de presente.

A reportagem é publicada por Radio Vaticana, 19-05-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O Santo Padre Francisco quis, também no mês de maio, dar sequência às “Sextas-feiras da Misericórdia”, sinais inspirados nas obras de misericórdia corporais e espirituais que o papa fez durante o Jubileu.

Na tarde dessa sexta-feira, 19, o papa saiu do Vaticano e se dirigiu a Ostia. Como sinal de proximidade com as famílias residentes na periferia de Roma, ele decidiu que abençoaria as suas residências, casa por casa, como o pároco faz todos os anos, justamente durante o período pascal.

Há dois dias, o Pe. Plinio Poncina, pároco de Stella Maris, uma das seis paróquias de Ostia, tinha afixado – como de costume – um aviso na porta do condomínio de casas populares, avisando as famílias que passaria para visitá-las para a costumeira bênção pascal.

Nessa sexta-feira, foi grande a surpresa quando os moradores viram que quem estava tocando a campainha não era o pároco, mas sim o Papa Francisco.

O papa se “fez pároco”: com grande simplicidade, entreteve-se com as famílias, abençoou alguns apartamentos que compõem o condomínio da Praça Francesco Conteduca 11, deixando um terço de presente.

Brincando, quis pedir desculpas pelo incômodo, tranquilizando, porém, que respeitou o horário de silêncio em que os condôminos descansam depois do almoço, como afirma o cartaz afixado na entrada do prédio.

Embora pertencendo ao território do município de Roma, Ostia, com os seus cerca de 100.000 habitantes, é um núcleo em seu próprio direito, acolhendo no seu contexto urbano uma viva comunidade de fiéis, que vive e compartilha também algumas realidades difíceis, ligadas à vida da periferia.

A igreja, a paróquia e o pequeno campo de futebol adjacente, muitas vezes, tornam-se um ponto de referência para a comunidade e constroem um ponto de desembarque para aquelas realidades sociais e existenciais que, frequentemente, sofrem formas de exclusão, ficando às margens.

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