Funai perderá cargos em setor que analisa impactos de grandes obras na Amazônia

Revista ihu on-line

A ‘uberização’ e as encruzilhadas do mundo do trabalho

Edição: 503

Leia mais

Sociabilidade 2.0 Relações humanas nas redes digitais

Edição: 502

Leia mais

O Holocausto no cinema. Algumas aproximações

Edição: 501

Leia mais

Mais Lidos

  • "Não sejam mais papistas do que o papa, mais restritivos do que a Igreja", pede Francisco aos leigo

    LER MAIS
  • Flagrantes da greve geral pelo Brasil no twitter

    LER MAIS
  • Francisco no Egito: diálogo e cidadania das religiões. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

30 Março 2017

"Criada em 2012, a CGLIC analisa grandes empreendimentos privados ou do governo federal para avaliar a viabilidade e os impactos das obras em relação aos indígenas e seus territórios."

A informação foi publicada por Amazônia.org.br, 28-03-2017.

Assinado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Osmar Serraglio na última sexta-feira (24), o decreto que corta cargos de servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) atinge principalmente a área responsável por analisar grandes empreendimentos que impactam terras indígenas, como por exemplo, o projeto de mineração da empresa Belo Sun, na região de Volta Grande do Xingu, no Pará.

A informação foi dada pela assessoria da Funai ao jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira (17). “A CGLIC (coordenação-geral de licenciamento), por onde passam todos os processos de licenciamento de obras em terras indígenas, é a coordenação que teve o maior corte de cargos”.

Criada em 2012, a CGLIC analisa grandes empreendimentos privados ou do governo federal para avaliar a viabilidade e os impactos das obras em relação aos indígenas e seus territórios.

A Funai afirmou que o processo de escolha das áreas afetadas pelos cortes não partiu do órgão e não deu números exatos. O jornal, no entanto, revela que responsáveis por análises controversas foram atingidos, como o que analisaria o empreendimento da mineradora Belo Sun, na região de Volta Grande do Xingu, no Pará, que já sofre com os impactos da usina hidrelétrica de Belo Monte.

Podem ser impactados análises de outros projetos na Amazônia Legal, como rodovias no Mato Grosso, linhas de transmissão de energia elétrica, como a que ligaria Amazonas a Roraima, e usinas hidrelétricas.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Instituto Humanitas Unisinos - IHU - Funai perderá cargos em setor que analisa impactos de grandes obras na Amazônia