O Papa desautoriza Sarah e fará pessoalmente a abertura do Ano Acadêmico no Instituto João Paulo II

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09 Outubro 2016

O Papa Francisco vai abrir pessoalmente o Ano Acadêmico no Instituto João Paulo II, em vez do cardeal Robert Sarah. Uma mudança de última hora que é interpretada na cúria como uma desautorização do prefeito para o Culto Divino.

A reportagem é de Cameron Doody e publicada por Religión Digital, 07-10-2016. A tradução é de André Langer.

A presença do Papa no ato de abertura no dia 27 de outubro é confirmada, depois que o cardeal afirmara em seu novo livro que a “reforma da reforma” da liturgia “será feita” para corrigir a “profanação e a superficialidade” que, na sua opinião, caracterizam muitas vezes a missa em língua vernácula e de frente para os fiéis.

Repete-se, assim, o mesmo padrão de desautorização de julho passado. Nessa ocasião, o cardeal Sarah sugeriu aos sacerdotes que voltassem a celebrar a missa “ad orientem”, mas rapidamente foi desmentido por um comunicado da Sala de Imprensa vaticana, e até pelo próprio Papa.

Fontes do Instituto João Paulo II tentaram diminuir a importância da reprimenda a Sarah dizendo que, como o Instituto celebrará seu 35º aniversário em novembro, a presença do Papa no ato deste mês é mais que apropriada. No entanto, o empenho de Francisco em presidir o ato reafirma seu desejo de reformar o clima profundamente conservador que se respira no Instituto.

Ele começou esta transformação em agosto com a nomeação de um defensor de que os divorciados recasados pelo civil possam comungar, o arcebispo Vincenzio Paglia, como Grão-Chanceler do Instituto.

A outra nomeação que o Papa fez ao mesmo tempo – a de dom Pierangelo Sequeri como presidente do Instituto – provoca até hoje receios na faculdade, entre outras coisas porque defende a implementação da “lógica da misericórdia pastoral”, como o Papa a chama na Amoris Laetitia.

Em seu novo livro, o cardeal Sarah – apelando diretamente à sua autoridade como prefeito para o Culto Divino – defende que “o futuro da Igreja se joga” na reforma da liturgia. Perspectiva que o Papa Francisco não compartilha, a julgar por esta segunda censura que lhe dirige no espaço de apenas três meses.

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