“Tentei impedir a renúncia de Bento XVI”, diz Gaënswein

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Como viver o Advento em tempos de quarentena

    LER MAIS
  • Uma nova economia é possível!

    LER MAIS
  • Caixa do Carrefour: “Eu ficava das onze da manhã às três da tarde sentada e evitava tomar água, pra não ter que ir ao banheiro, porque não tinha quem ficasse no meu lugar”

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Por: André | 15 Outubro 2013

“Tentei impedir a renúncia de Bento XVI”. O prefeito da Casa Pontifícia e secretário pessoal de Ratzinger, George Gaënswein, surpreendeu em declarações a um jornal alemão admitindo que tentou persuadir o Pontífice para que desse continuidade ao pontificado.

 
Fonte: http://bit.ly/1bRX0OZ  

A reportagem é de Jesús Bastante e publicada no sítio Religión Digital, 11-10-2013. A tradução é de André Langer.

Na entrevista, a primeira que o secretário pessoal de Ratzinger, Gaënswein, concede reconheceu que “ficou sabendo das suas intenções” semanas antes que o Papa tornasse pública a sua renúncia e que, apesar das tentativas, foi impossível convencer Bento para que voltasse atrás. “O Papa havia tomado uma decisão, e não queria nem podia ser convencido do contrário”, acrescentou.

“Ele (Ratzinger) chegou à conclusão de que não tinha as forças necessárias para liderar a Igreja em tempos certamente turbulentos, e que era necessário alguém com uma forte personalidade para tomar o controle da situação”, acrescentou o religioso, que negou que o escândalo dos vazamentos, mais conhecido como Vatileaks, tivesse sido determinante na histórica decisão de renunciar.

Sobre o sucessor do pontífice emérito, Gaënswein reconhece que existem “diferenças” entre Bento XVI e Francisco, mas que estas são “de estilo e em nenhum caso dizem respeito a matérias de fé”.

“A principal diferença – aponta o secretário do papa alemão – está no modo de aproximar-se das pessoas”. Reconhece que Francisco “caminha junto com as pessoas e abraça-as”, ao passo que Bento “era mais reticente e gostava mais da paz e da tranquilidade”.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

“Tentei impedir a renúncia de Bento XVI”, diz Gaënswein - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV