Papa nomeia De Kesel para Bruxelas e Omella para Barcelona

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09 Novembro 2015

Jozef De Kesel é o novo arcebispo de Mechelen-Bruxelas, e Juan José Omella y Omella, o novo arcebispo de Barcelona. O papa os nomeou, aceitando a renúncia por motivos de idade, de Dom André Leonard, na capital belga, e do cardeal Lluis Martinez Sistach, na capital catalã.

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada no sítio Vatican Insider, 06-11-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Jozef De Kesel, 68 anos, até agora bispo de Bruges, flamengo, sucesso ao valão Leonard, que, em 2010, assumiu o posto da arquidiocese longamente liderada pelo cardeal Godfried Danneels. Nascido no dia 17 de junho de 1947, em Gent (Flandres Oriental), ordenado sacerdote em 1972, De Kesel fez seu doutorado na Pontifícia Universidade Gregoriana com a tese: "Le refus décidé de l`objectivation. Une interprétation du Jésus historique dans la théologie chez Rudolf Bultmann".

Foi professor do seminário de Gent e da Universidade de Louvain. Nomeado auxiliar de Bruxelas em março de 2002, onde foi vigário-geral da Danneels até a sua aposentadoria, no dia 25 de junho de 2010, foi nomeado bispo de Bruges, onde substituiu Dom Roger Vangheluwe, que renunciou por pedofilia. Com posições aberturistas sobre questões como o sacerdócio feminino ou o celibato sacerdotal, De Kesel agora volta para Bruxelas como arcebispo.

Dom Juan José Omella y Omella, novo arcebispo de Barcelona, nasceu em Cretas, província de Teruel e arquidiocese de Saragoça, no dia 21 de abril de 1946. Ele estudou na mesma Saragoça, em Logroño, em Bruxelas e em Jerusalém. Frequentou a Faculdade Teológica da Universidade Católica de Louvain. Ordenado sacerdote em 1970, desempenhou o seu ministério em várias paróquias de Zaragoza, onde também foi vigário episcopal e, desde 1996, bispo auxiliar.

No dia 29 de outubro 1999, foi nomeado bispo de Barbastro-Monzón; no dia 8 de abril de 2004, bispo de Calahorra y La Calzada-Logroño. De 2002 a 2008, e depois novamente a partir de 2014, foi presidente da Comissão Episcopal para a Pastoral Social. Desde novembro de 2014, é membro da congregação vaticana para os Bispos.

O sítio espanhol Religión Digital lembra que, justamente em junho de 2005, quando os bispos espanhóis liderados pelo então cardeal de Madri, Antonio María Rouco Varela, manifestavam nas ruas contra o governo de José Luis Rodríguez Zapatero, Omella, que não participou desse evento, tomou parte, ao contrário, de uma marcha contra a pobreza.

Quanto à delicada questão da independência catalã, de grande atualidade nesses meses, "a sua designação – ainda segundo o Religión Digital – surpreendeu, e muito, setores importantes da Igreja catalã, que consideravam que, na situação atual, o candidato natural era o arcebispo de Urgell, Joan Enric Vives, ou o bispo auxiliar de Barcelona, Sebastià Talltavull".

O jornal La Razón, ao contrário, descreve Omella como "um arcebispo não nacionalista que fala catalão" e afirma que, "de perfil social, não era desejado pelos setores mais soberanistas".

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