Duras verdades sobre a sobrevivência do cristianismo no Oriente Médio

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18 Fevereiro 2015

O Papa Francisco, na segunda-feira, fez de improviso uma condenação das decapitações de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia por militantes do ISIS, dizendo em uma audiência com um representante da Igreja da Escócia que suas últimas palavras foram: "Jesus, me ajude".

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio Crux, 17-02-2015. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

"O sangue de nossos irmãs e irmãos cristãos é um testemunho que grita para ser ouvido", disse ele em espanhol e fora do roteiro, sempre um sinal claro de que a mensagem é pessoalmente importante para o pontífice.

"Não faz diferença se sejam católicos, ortodoxos, coptas ou protestantes", disse ele. "Os mártires pertencem a todos os cristãos".

O pontífice também conversou com o chefe da Igreja Ortodoxa Copta na segunda-feira para expressar solidariedade. Francisco abordou o assunto novamente na terça-feira, oferecendo uma oração para os coptas em sua missa matinal e denunciando o comércio de armas como uma "indústria da morte".

As palavras do papa refletem uma crescente sensação de urgência sobre a sobrevivência do cristianismo em todo o Oriente Médio, especialmente em regiões onde o Estado Islâmico visa efetivamente criar zonas "livres de cristãos".

Um encontro de católicos, ortodoxos e líderes protestantes ocorreu no Líbano no final de janeiro para responder à crise, entre outras coisas, para conclamar as nações árabes para pararem de financiar terroristas e também proporem o fechamento das fronteiras, se necessário, para deter o fluxo de armas e apoio logístico.

As coisas tornaram-se tão graves que não há mais tempo para sutilezas diplomáticas. Em vez disso, cada um dos principais protagonistas que ainda têm alguma influência sobre o destino do cristianismo no Oriente Médio precisa enfrentar algumas verdades duras.

Em primeiro lugar, os líderes cristãos da região precisam reconhecer que às vezes eles podem ser seus piores inimigos em termos de atrair o apoio amplo mundial, talvez especialmente nos Estados Unidos, porque os seus apelos às vezes parecem mais políticos do que humanitários e espirituais.

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Leia-o e deixe que ele ecoe em você.

«Eu não te peço só por estes,
mas também por aqueles que vão acreditar em mim
por causa da palavra deles,
para que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti.
E para que também
eles estejam em nós, a fim de que o mundo acredite que tu me enviaste.
Eu mesmo dei a eles a glória que tu me deste,
para que eles sejam um,
como nós somos um.
Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade,
e para que o mundo reconheça que tu me enviaste
e que os amaste, como amaste a mim.(Jo 18,20-23)

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