Morre Zygmunt Bauman, o filósofo polonês autor da "Vida Líquida"

Foto: M. Oliva Soto/Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS
  • No capitalismo mafioso Nicolás Maduro veste Nike. Artigo de Ivana Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Redação | 10 Janeiro 2017


Foto: Forumi Vydavciv / Wkimedia Commons

A agência Ansa informou na tarde desta segunda-feira, 9-1-2017, que o filósofo polonês Zygmunt Bauman morreu. A notícia foi dada por volta das 15 horas, horário de Brasília, mas a causa da morte não foi divulgada. Nascido na cidade de Pozman, Bauman serviu durante a II Guerra Mundial e tornou-se notável por sua extensa obra de reflexão sobre as complexidades do mundo conteporâneo.

Dentre suas dezenas de livros, suas obras mais conhecidas do grande público são as que tratam da liquidez de nossas sociedades: Vida Líquida (São paulo: Jorge Zahar, 2005), Medo líquido (São Paulo: Jorge Zahar, 2006) e Tempos líquidos (São Paulo: Jorge Zahar, 2006). Bauman nasceu no dia 19 de novembro de 1925 e morreu aos 91 anos.

O pensador era casado com Janine Lewinson-Bauman desde o pós-guerra. Deixou três filhos. Sua obra mais recente traduzida no Brasil foi A riqueza de poucos beneficia todos nós? (São Paulo: Jorge Zahar, 2015).

Leia mais