Refugiados. Viagem relâmpago do Papa à ilha de Lesbos

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06 Abril 2016

Depois de Lampedusa, o Papa Francisco retorna ao coração do Mediterrâneo para ir ao encontro de todos os homens, mulheres e crianças que tentam chegar na Europa cruzando a Grécia.

Na sexta-feira, dia 15 de abril, com uma viagem relâmpago, decidida apressadamente, o bispo de Roma voará até a ilha grega de Lesbos, que se converteu, nos últimos meses, no porto obrigatório para milhares de migrantes que fogem do Oriente Médio enlouquecido pelas guerras e pelo ódio sectário.

A notícia foi comunicada no dia de hoje, 05-04-2016, no Sínodo da Igreja ortodoxa grega.

A reportagem é de Gianni Valente, publicada por Vatican Insider, 05-04-2016. A tradução é de IHU On-Line.

O Papa será recebido na ilha grega pelo arcebispo de Atenas, Ieronymos II,  o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I,  o presidente da República, Prokopis Pavlopoulos, e o Primeiro Ministro, Alexis Tsipras.

O significado da viagem papal, que pode ser considerada entre as “viagens mensuais” aos lugares de sofrimento que o Papa Francisco decidiu fazer cada mês durante o Ano Santo da Misericórdia, se relaciona, evidentemente, com a tragédia dos migrantes que buscar chegar na Europa atravessando o Mar Mediterrâneo. A mesma Europa que, depois de anos refletindo sobre as próprias raízes cristãs, levanta muros e valas para não deixa-los passar e os manda de volta para a Turquia, pagando a Erdogan o preço para tranquilizar a sua consciência.

No dia 28 de fevereiro, no final do Angelus, o Papa Francisco rezou “pelo drama dos refugiados que fogem de guerras e de outras situações desumanas”, e  recordou particularmente “a Grécia e os demais países que estão na primeira linha” “prestando um generoso socorro, que requer a colaboração de todas as nações. Uma resposta conjunta”, acrescentou o Papa, “pode ser eficaz e distribuir justamente os pesos. Por isso é preciso apostar com decisão e sem reservas na negociação”.

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