Novo homem forte da República, Renan apresenta 'agenda' para o país e discute modelo de coalizão governista

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Por: Cesar Sanson | 12 Agosto 2015

O iG conseguiu penetrar no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), quando ele iniciou a reunião com os líderes para discutir a pauta de votações da semana. Renan foi recebido como o novo homem forte da República. Até o líder do PSDB, Cassio Cunha Lima (PB), um defensor ardoroso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, admitia que “a história esfriou” depois que Renan e Dilma se reuniram, na última quinta-feira.

A reportagem é de Tales Faria, publicada pelo portal Ig, 11-08-2015.

Após a reunião, a presidente da República determinou que os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, se reunissem com o presidente do Senado para elaborar uma pauta de projetos para combater a crise e promover o crescimento pós-crise.

Foi elaborada uma agenda de 28 pontos, em que boa parte precisará da aprovação do Congresso. Numa rápida entrevista ali no gabinete, ao iG e ao repórter da Globo News, Gerson Camaroti, Renan afirmou: “A agenda é um roteiro com propostas para que Brasil administre a crise e sinalize com o reaquecimento da economia. São propostas que colocam interesses do país acima dos interesses do governo.

Renan disse que ainda não definiu com Levy e Nelson Barbosa os pontos prioritários da agenda de 28 itens que elaboraram. Mas adiantou que já não são mais apenas 28 itens: “A agenda não está fechada. sugerimos 28 pontos. Outros já foram acrescidos em função de novas propostas.”

Quanto às críticas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de que o governo está tentando trabalhar apenas com o Senado, Renan argumenta: “A agenda não é de interesse da presidente Dilma, nem de qualquer governo. A proposta significa que o Brasil continuará durante e depois da presidente Dilma.”

Renan disse que, neste momento, “conversa é fundamental. conversar não arranca pedaço”. E admitiu que vem conversando há tempos com Dilma Rousseff, com quem tem discutido até um novo modelo da coalizão governista no Congresso: “Nós conversamos em todos os moentos com a presidente. Discutimos, além dessa agenda, a necessidade de um modelo novo de coalizão politica que dê fundamento à aliança que está aí.”

Quanto ao impeachment, o presidente do Senado é taxativo: “Discutir impeachment e antecipar cenários não está na ordem do dia. Não ajuda o Brasil.”

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