Aumentam as ordenações sacerdotais nos Estados Unidos; um quarto a mais em relação a 2014

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Por: André | 10 Abril 2015

Notícias positivas para a Igreja estadunidense. Em 2015, espera-se que sejam ordenados 595 novos padres: um aumento de quase 25% (24,7% para ser exato) em relação ao ano passado. A notícia foi dada pela Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, que, de qualquer maneira, prefere manter uma atitude prudente. Dom Michael F. Burbidge, bispo de Raleigh, Carolina do Norte e presidente da Comissão para o Clero, a Vida Consagrada e as Vocações, considera que os números podem dar esperança, e inauguram a reflexão sobre a possibilidade de aumentos no futuro: “É muito esperançoso observar o ligeiro aumento no número de ordenações deste ano nos Estados Unidos”. Observou também, com respeito aos futuros padres, “as influências positivas encontradas durante o tempo do discernimento para o chamado”. Os candidatos indicaram que “o apoio das famílias, dos padres da paróquia e das escolas católicas foi muito importante nesse processo”.

 
Fonte: http://bit.ly/1GP2tTG  

A reportagem é de Marco Tosatti e publicada por Vatican Insider, 09-04-2015. A tradução é de André Langer.

Em 2014, os padres ordenados nos Estados Unidos foram 477. Os números atuais foram recebidos com entusiasmo, porque parecem confirmar a estabilidade de um investimento de tendência que se manifestou nos últimos anos, com algumas exceções (em 2013 os candidatos foram 499) e que parece ter colocado um ponto final a uma tendência negativa permanente. Se em 1965 houve 994 ordenações, esse número foi diminuindo drasticamente: em 1975 foram 771, em 1983 foram 533 e em 2005 houve apenas 454, segundo o Center for Applied Research in the Apostolate (CARA). Em 2010, as ordenações diocesanas foram 459.

Em média, os futuros padres tinham em torno de 17 anos quando consideraram pela primeira vez a possibilidade de escolher esta vocação. A maior parte (sete de cada 10) recebeu o apoio de um padre da paróquia (45%) e de suas mães (40%). Obviamente, as diferentes influências não se excluem mutuamente. Em geral, os futuros padres viveram pelo menos 15 anos na diocese ou na eparquia na qual depois realizaram a formação para o sacerdócio.

Um problema característico dos Estados Unidos são as “dívidas” contraídas para estudar, ou seja, os financiamentos obtidos para cursar estudos e que os estudantes terão que pagar quando tiverem concluído os mesmos. “Mais de 26% dos padres ordenados contraíram uma dívida educativa na hora de entrar no seminário: uma média de 22.500 dólares”, declarou o Pe. W. Shawn McKnight, diretor-executivo do Secretariado. No futuro, será necessário encontrar uma maneira de ajudar os futuros padres no trabalho de redução da dívida.

A idade média dos padres ordenados em 2015 é de 31 anos. São um pouco mais jovens em relação aos seus colegas de 2014, mas se segue confirmando o modelo dos anos anteriores, ou seja, a entrada ao sacerdócio com mais de 30 anos.

As duas terças partes (69%) dos “ordenados” são estadunidenses de origem cáucaso-europeia; 10% têm origens asiáticas ou das ilhas do Pacífico e 14% são hispânicos. Um quarto deles nasceu fora dos Estados Unidos: Colômbia, México, Filipinas, Nigéria, Polônia e Vietnã. Viveram, em média, 12 anos nos Estados Unidos. A maior parte deles é católica desde a infância e apenas 7% se converteram mais tarde.

Os pais de 84% dos futuros padres são católicos e 37% têm um parente que é padre ou religioso. Mais da metade foi a uma escola primária, a uma escola superior ou a um “college” católicos. Seis de cada 10 tiveram um emprego antes de entrar no seminário. Sete de cada 10 rezavam regularmente o Terço e praticavam a adoração eucarística antes de entrar no seminário.

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