“No dia 06 de junho irei a Sarajevo”, anuncia o Papa Francisco

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Por: André | 02 Fevereiro 2015

O Papa Francisco acrescentou uma nova viagem à sua agenda já cheia de 2015: uma visita “relâmpago” a Sarajevo, como aquela que fez em setembro do ano passado a Tirana. Dezoito anos após a visita feita por João Paulo II. “Desejo anunciar que no sábado, 06 de junho, se Deus quiser – disse depois do Angelus –, irei a Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina. Peço-lhes que rezem para que a minha visita a essas queridas populações seja de ânimo para os fiéis católicos, suscite fermentos de bem e contribua para a consolidação da fraternidade e da paz”.

 
Fonte: http://bit.ly/1D15gr8  

A reportagem é de Andrea Tornielli e publicada no sítio Vatican Insider, 01-02-2015. A tradução é de André Langer.

Antes do Angelus, Francisco comentou o Evangelho de Marcos que apresenta Jesus, que, “com sua pequena comunidade de discípulos, entra em Cafarnaum, a cidade na qual vivia Pedro e que nessa época era a maior da Galileia”. O evangelista Marcos narra que Jesus foi imediatamente à sinagoga, porque era sábado, e se pôs a ensinar. “Isto nos faz pensar no primado da Palavra de Deus, Palavra que deve ser ouvida, acolhida e anunciada. Ao chegar a Cafarnaum, Jesus não posterga o anúncio do Evangelho, não pensa antes na organização logística, certamente necessária, da sua pequena comunidade. [...] Sua principal preocupação era a de comunicar a Palavra de Deus com a força do Espírito Santo”.

E as pessoas da sinagoga ficam surpresas, porque Jesus lhes ensinava “como quem tem autoridade, e não como os escribas”. Nas palavras humanas de Jesus, explicou Bergoglio, “sentia-se toda a força da Palavra de Deus, sentia-se a autoridade do próprio Deus, inspirador das Sagradas Escrituras. E uma das características da Palavra de Deus é que cumpre o que diz. De fato, Jesus, depois de ter pregado, demonstra imediatamente sua autoridade libertando um homem, presente na sinagoga, que estava possuído pelo demônio”.

Com a força da sua Palavra, acrescentou Francisco, Jesus liberta a pessoa do maligno. E novamente os presentes se surpreendem: “A Palavra de Deus cria em nós o estupor, tem essa força, nos surpreende...”. O Evangelho, continuou, é a Palavra de vida: não oprime as pessoas; pelo contrário, liberta-as. Liberta quantos são escravos de muitos maus espíritos deste mundo: a vaidade, o apego ao dinheiro, o orgulho, a sensualidade... “O Evangelho transforma os corações, transforma as vidas, transforma as inclinações para o mal em propósitos de bem... O Evangelho é capaz de mudar as pessoas”.

A tarefa dos cristãos é “difundir pelo mundo a força redentora, convertendo-se em missionários e arautos da Palavra de Deus... O ensinamento autorizado e a ação libertadora do Filho de Deus convertem-se em palavras de salvação e nos gestos de amor da Igreja missionária”. “Recordem sempre – acrescentou Francisco – que o Evangelho tem a força que transforma a vida, essa é a Boa Notícia que nos transforma só quando nos deixamos transformar por ela. É por isso que lhes peço que tenham um contato diário com o Evangelho, que o leiam cada dia, que o levem com vocês... Leiam uma passagem do Evangelho todos os dias; é a força que nos transforma, transforma a vida, transforma o coração”.

Depois do Angelus, o Papa lembrou que neste domingo se celebra na Itália a Jornada pela Vida, que este ano tem como tema “Solidários pela vida”. “Dirijo minha estima às associações, aos movimentos e a todos aqueles que defendem a vida humana. Uno-me aos bispos italianos no pedido de um novo reconhecimento da pessoa humana e de um cuidado mais adequado da vida, desde a sua concepção até o seu fim natural. Quando nos abrimos à vida e servimos a Vida – concluiu – experimenta-se a força revolucionária do amor e da ternura, inaugurando um novo humanismo, o humanismo da solidariedade.

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