Mulheres deveriam ganhar 10,4% a mais que homens no Brasil, diz OIT

Mais Lidos

  • Passarinho… que som é esse? Uma história de como os pássaros cantam. Artigo de Juliana Moraes

    LER MAIS
  • Seja feliz no seu novo ano. Artigo de Frei Betto

    LER MAIS
  • A fome, o dragão e o Mercosul: o Brasil na encruzilhada da nova ordem mundial. Entrevista com Fernando Roberto de Freitas Almeida

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Dezembro 2014

As mulheres brasileiras deveriam ganhar, em média, 10,4% a mais que os homens. Os dados fazem parte do "Relatório sobre Salário Global", divulgado nesta sexta-feira (5) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência da ONU.

A matéria foi publicada pelo portal UOL, 05-12-2014. 

Segundo a análise, as mulheres são mais educadas, mais experientes e mais produtivas, em média. Se essas diferenças fossem observadas, o rendimento deveria ser maior.

Isso, porém, não é o que acontece na prática. O estudo mostra que, atualmente, as brasileiras têm um salário 24,4% menor que os homens.

Essa diferença não ocorre apenas no Brasil, mas em várias partes do mundo.

O Brasil e a Rússia são os países em que a diferença do que ganham e o que deveriam ganhar é maior. As russas tem um salário 32,8% menor do que os homens, quando, na realidade, o rendimento deveria ser 11,1% menor.

"Um dos fatores responsáveis por isso é a discriminação", disse a vice-diretora-geral da OIT, Sandra Polaski. "Pode haver fatores diferentes em países diferentes, mas certamente a discriminação faz parte disso."

Desconsiderados os fatores como diferença na produtividade, educação e experiência, e analisando apenas os dados brutos de salário, a maior diferença entre os rendimentos dos dois gêneros ocorre nos EUA.

As americanas ganham, em média, US$ 64,20 para cada US$ 100 recebidos pelos homens.