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Por: Jonas | 03 Novembro 2014

A crise de direitos humanos no México alcançou a máxima atenção internacional, após dois dos principais líderes mundiais expressarem, ontem, sua preocupação pelo desaparecimento de 43 jovens estudantes da Escola Normal Rural de Aytzinapa, no estado de Guerrero, no último dia 26 de setembro, após ser atacados por policiais municipais de Iguala. O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, expressou a preocupação do presidente Barack Obama, ao passo que o papa Francisco rezou pelos estudantes na Praça São Pedro.

A reportagem é de Gerardo Albarrán de Alba, publicada por Página/12, 30-10-2014. A tradução é do Cepat.

Na capital mexicana, o presidente Enrique Peña Nieto recebeu os pais dos jovens desaparecidos e, ao fechamento desta edição, já estavam a mais de três horas reunidos, de porta fechada. Até agora, a administração do priista Peña Nieto pouco ou nada conseguiu para encontrar os estudantes desaparecidos, diante do descrédito nacional, ao qual se soma o fato de que o custo político internacional que paga por isso é cada vez é maior.

As posturas de Washington e do Vaticano se somam ao do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que qualificou o caso como um desaparecimento forçado, e a da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que solicitou medidas cautelares. A investigação de autoridades mexicanas foi questionada pela Anistia Internacional e por Human Right Watch, que ressaltaram as dimensões da crise de direitos humanos que o caso Ayotzinapa deixou em aberto. Centenas de cidades nos Estados Unidos, Canadá, América Latina, Europa e Ásia foram cenário de manifestações de milhares de pessoas contra o governo do México e em favor do aparecimento com vida dos 43 estudantes desaparecidos. No ano passado, a administração de Enrique Peña Nieto reconheceu 22.000 pessoas desaparecidas no México.

Ontem, na residência oficial de Los Pinos, os pais dos 43 estudantes de Ayotzinapa desaparecidos anunciaram que exigiriam do presidente Enrique Peña Nieto que a busca dos jovens continue sob a premissa de que estejam vivos e não mortos e enterrados em fossas clandestinas.

Pouco antes de ingressar no escritório presidencial, o advogado Vidulfo Rosales, do Centro de Direitos Humanos Tlachinollan, que acompanha os pais dos estudantes desaparecidos, disse que esperavam que Peña Nieto “possa escutar o inconformismo, ira e indignação que possuem pela falta de resultados sobre o paradeiro de seus filhos”, e que dê respostas a todas as suas questões, especialmente que não se criminalize os estudantes de Ayotzinapa. Também rejeitaram que o ataque contra seus filhos pudesse ser fruto de um enfrentamento entre grupos de delinquentes. “Isto foi um ato de Estado”, disse o advogado. Os familiares exigem que o governo mexicano tenha assistência técnica por parte da Comissão Interamericana de Direitos Humanos na investigação.

A reunião com Peña Nieto ocorreu depois que os familiares dos estudantes desaparecidos e a Federação de Estudantes Camponeses Socialistas do México se retiraram do diálogo com a Secretaria de Governo, a Gendarmaria Nacional e a Procuradoria Geral da República (PGR), na quinta-feira passada, e denunciaram que a Procuradoria pretende relacionar os alunos da Escola Normal Rural de Ayotzinapa ao crime organizado de Guerrero. No dia seguinte, exigiram uma audiência com o presidente.

Na reunião de ontem participou uma centena de pessoas, incluindo os familiares dos desaparecidos e dos três estudantes assassinados em Iguala, na noite do dia 26 de setembro, bem como o advogado Vidulfo Rosales, do Centro de Direitos Humanos Tlachinallan, e representantes da sociedade civil que apoiam a busca dos estudantes a partir da capital do país. Peña Nieto estava acompanhado pelo secretário de Governo, Miguel Angel Osorio Chong; o procurador Jesús Murillo Karan, o diretor da Agência de Investigação Criminal, Tomás Zerón, e o chefe de Escritório da Presidência, Aurelio Núñez.

Entre as demandas, destaca-se que “a equipe de forenses argentinos possa fazer parte das investigações. Não aceitaremos nenhum outro resultado que não sejam emitidos pelos peritos forenses argentinos”, disse o advogado Rosales.

Enquanto isso, pelo segundo dia consecutivo, o líder da Igreja católica no mundo se referiu à violência e ao desaparecimento de estudantes no México. “Gostaria de fazer uma oração e trazer para perto de nosso coração o povo mexicano, que sofre pelo desaparecimento de seus estudantes e por tantos problemas parecidos. Que nosso coração de irmãos esteja perto deles, orando neste momento”, disse em espanhol o papa Francisco ao término da audiência geral, celebrada diante de mais de 30.000 pessoas no Vaticano.

Na véspera, durante o Encontro Mundial dos Movimentos Populares, no qual participa o presidente da Bolívia, Evo Morales, junto com representantes de movimentos de base e populares de todo o mundo, boa parte deles provenientes da América Latina, o Papa havia pedido orações pelos 43 estudantes de Ayotzinapa, desaparecidos desde o dia 26 de setembro, após participarem de um protesto repreendido a tiros pela polícia municipal de Iguala, a terceira cidade em importância do estado de Guerrero. No encontro mundial, o secretário geral do Sindicato Mexicano de Eletricistas, uma organização associativa mexicana que reunia os trabalhadores da Companhia de Luz e Força do Centro (desaparecida em outubro de 2009 pelo direitista presidente Felipe Calderón, o que gerou um conflito trabalhista que durou cinco anos), denunciou “a criminalização e a repressão que vive o movimento social no México” e fez um convite ao Papa para que interceda pela apresentação com vida dos 43 estudantes normalistas de Ayotzinapa.

De sua parte, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, expôs em Washington a preocupação do governo de Barack Obama pelo desaparecimento de jovens normalistas no México. “As informações sobre a situação são preocupantes”, respondeu Earnest a pergunta, durante uma coletiva de imprensa. Esta é a mesma postura expressa há três semanas pelo Departamento de Estado, que considerou que se trata de “um crime que demanda uma investigação clara e transparente”, em que “os responsáveis devem ser apresentados diante da Justiça”.

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