Dirigente pagou R$ 11 mi por escolha de Qatar para Copa de 2022, diz jornal

Revista ihu on-line

Gênero e violência - Um debate sobre a vulnerabilidade de mulheres e LGBTs

Edição: 507

Leia mais

Os coletivos criminais e o aparato policial. A vida na periferia sob cerco

Edição: 506

Leia mais

Giorgio Agamben e a impossibilidade de salvação da modernidade e da política moderna

Edição: 505

Leia mais

Mais Lidos

  •  “A classe média é feita de imbecil pela elite”. Entrevista com Jessé Souza

    LER MAIS
  • "O bom padre sabe denunciar, com nome e sobrenome", segundo o Papa Francisco

    LER MAIS
  • A linguagem secreta da moda, símbolo de fragilidade

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

03 Junho 2014

O dirigente Mohamed Bin Hammam teria feito pagamentos totalizando US$ 5 milhões, cerca de R$ 11,1 milhões, para que o Qatar fosse escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2022. A denúncia foi feita pelo jornal britânico The Sunday Times, que obteve documentos de transferências bancárias, e-mails e cartas.

A informação é publicada pelo portal Uol, 31-05-2014.

Hammam, que foi banido do futebol pela Fifa em 2011, teria feito lobby pelo Qatar ao menos um ano antes da escolha do país como sede do Mundial, segundo a reportagem. O dirigente foi rival do atual presidente da entidade, Joseph Blatter, na disputa pela presidência da Fifa.

Os documentos mostram que Hammam teria feito pagamentos diretamente a dirigentes de futebol na África para ter seu apoio na eleição do Qatar. O país negou com veemência qualquer irregularidade, e insiste que Hammam nunca teve um papel oficial apoiando a candidatura, e sempre trabalhou independentemente da campanha Qatar 2022.

Embora os funcionários não tivessem direito a voto, a estratégia de Hamman seria criar uma onda de apoio à candidatura do Qatar, que passaria então a influenciar os quatro integrantes africanos do comitê executivo da Fifa que tomavam parte na eleição.

O investigador-chefe da Fifa, Michael Garcia, está conduzindo uma longa averiguação sobre alegações de corrupção e irregularidades durante as eleições para as sedes das Copas de 2018 e 2022. Ele deve se reunir na próxima segunda-feira com funcionários do Comitê Organizador do Qatar.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Instituto Humanitas Unisinos - IHU - Dirigente pagou R$ 11 mi por escolha de Qatar para Copa de 2022, diz jornal