''Começam com os divorciados, depois vêm os casais gays.'' A crítica do cardeal Caffarra

Revista ihu on-line

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

Mais Lidos

  • Livro analisa os teólogos, a virada ecumênica e o compromisso bíblico do Vaticano II

    LER MAIS
  • Adaptando-se a uma ''Igreja global'': um novo comentário internacional sobre o Vaticano II. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Desigualdade bate recorde no Brasil, mostra estudo da FGV

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

17 Março 2014

"De Bolonha, com amor: parem." Esse é o título de uma entrevista com o cardeal arcebispo de Bolonha, Carlo Caffarra, com seu passado enraizado no movimento Comunhão e Libertação, publicada nesse sábado pelo jornal Il Foglio. "Peroração do cardeal Caffarra depois do consistório e do relatório Kasper" é o subtítulo. "Não toquem no matrimônio de Cristo. Não se julga caso a caso, não se abençoa o divórcio. A hipocrisia não é misericordiosa."

A reportagem é do sítio TMNews, 15-03-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A respeito da proposta do cardeal Walter Kasper acerca da possibilidade de readmitir à comunhão, depois de um período de penitência, os casais de divorciados em segunda união que o peçam, Caffara afirma: "Se a Igreja admite à Eucaristia, no entanto, deve dar um juízo de legitimidade à segunda união. É lógico. Mas, então, o que acontece com o primeiro matrimônio? O segundo, diz-se, não pode ser um verdadeiro segundo matrimônio, já que a bigamia é contra a palavra do Senhor. E o primeiro? Dissolveu-se? Mas os papas sempre ensinaram que o poder do papa não chega a isso: sobre o matrimônio ratificado e consumado, o papa não tem nenhum poder. A solução proposta leva a pensar que o primeiro matrimônio continua existindo, mas há também uma segunda forma de convivência que a Igreja legitima. Portanto, há um exercício da sexualidade humana extraconjugal que a Igreja considera como legítima. Mas com isso nega-se a espinha dorsal da doutrina da Igreja sobre a sexualidade. Nesse ponto, se poderia perguntar: e por que não se aprovam as coabitações livres? E por que não as relações entre homossexuais?"

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

''Começam com os divorciados, depois vêm os casais gays.'' A crítica do cardeal Caffarra - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV