“Jesus te recebe e é mais compreensivo que os padres”, diz o Papa Francisco

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Por: André | 20 Fevereiro 2014

Envergonhar-se é “saudável”, porque nos torna “humildes”, e a confissão, “sacramento da cura”, leva os cristãos a se libertarem, diante de Deus e dos irmãos, de “um peso na alma”. Desta maneira o Papa prosseguiu sua catequese sobre os Sacramentos na manhã desta quarta-feira na Praça São Pedro.

 
Fonte: http://bit.ly/MzUm5l  

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi e publicada no sítio Vatican Insider, 19-02-2014. A tradução é de André Langer.

O sacramento da penitência e da reconciliação, mais conhecido como confissão e que no passado se fazia em público, hoje se faz “de forma pessoal e reservada”, explicou o Papa. Por isso não se deve esquecer a matriz eclesial, que constitui “o contexto vital. Com efeito, é a comunidade cristã o lugar no qual o Espírito se torna presente, que renova os corações no amor de Deus e faz de todos os irmãos uma só coisa, em Cristo Jesus”. “Alguém – explicou Bergoglio – poderá dizer: ‘Eu me confesso diretamente a Deus’. Sim, tu podes dizer a Deus: ‘Perdoa-me’, e dizer a ele teus pecados. Mas nossos pecados são também contra os nossos irmãos, contra a Igreja e por isso é necessário pedir o perdão à Igreja e aos irmãos, na pessoa do sacerdote. ‘Mas, padre, tenho vergonha!’ Também a vergonha é boa, é ‘saudável’ ter um pouco de vergonha”.

E isto é bom, inclusive do ponto de vista humano, continuou o Papa, “para desafogar-se, é bom falar com o irmão e dizer ao sacerdote estas coisas, que pesam tanto no meu coração: sente-se que se desafoga diante de Deus, com a Igreja e com o irmão. Por isso, não tenham medo da confissão. A gente, quando está na fila para se confessar, sente todas estas coisas – também a vergonha –, mas depois, quando termina a confissão sai livre, grande, belo, perdoado, branco, feliz. E isto é o bonito da confissão”.

Depois, o Pontífice dirigiu-se diretamente aos fiéis: “Queria perguntar-lhes, mas não respondam em voz alta. Cada qual responda em seu coração: quando foi a última vez que te confessaste? Cada um pense. Dois dias, duas semanas, dois anos, 20 anos, 40 anos? Cada um faça a conta, e cada um diga a si mesmo: quando foi a última vez que eu me confessei? E se passou muito tempo, não perca mais nenhum dia! Vai em frente, que o sacerdote é bom. É Jesus quem está ali, eh? E Jesus é melhor que os padres, e Jesus te recebe. Te recebe com tanto amor”.

Mediante o sacramento da iniciação cristã, o batismo, a confirmação e a eucaristia, explicou o Papa, “o homem recebe a vida nova em Cristo. Agora, todos sabemos, esta vida, nós a levamos “em vasos de barro” (2 Cor 4,7), estamos ainda submetidos à tentação, ao sofrimento, à morte e, por causa do pecado, podemos inclusive perder a nossa vida”. Por isso, destacou Bergoglio, quando nos confessamos vamos “curar a alma e o coração” e nos libertamos de “um peso na alma”. Mas o perdão dos nossos pecados “não é fruto dos nossos esforços, mas é um presente, é dom do Espírito Santo”. O Papa concluiu sua catequese citando a parábola do filho pródigo (ou do pai misericordioso): “Cada vez que nos confessamos, Deus nos abraça, Deus faz festa! Prossigamos por este caminho”.

Antes do costumeiro banho de multidão entre os fiéis, o Papa fez um apelo urgente: “Com espírito preocupado sigo tudo o que nestes dias está acontecendo em Kiev”, Ucrânia. “Asseguro – acrescentou – minha proximidade ao povo ucraniano e rezo pelas vítimas das violências, por seus familiares e pelos feridos. Convido todas as partes a cessar todo tipo de violência e buscar a concórdia e a paz no país”.

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