Cardeal Kasper irá discursar ao Colégio Cardinalício sobre família

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18 Fevereiro 2014

Desde julho do ano passado, quando o Papa Francisco disse aos repórteres que as práticas da Igreja sobre casamento exemplificam a necessidade de misericórdia na Igreja hoje, a especulação tem sido generalizada, no sentido de que ele poderia facilitar que os católicos divorciados em segunda união recebam a comunhão, mesmo sem uma anulação do seu primeiro casamento. Nessa segunda-feira, o Vaticano fez um anúncio que se destina a tornar ainda mais comum tal especulação.

A reportagem é de Francis X. Rocca, publicada no sítio Catholic News Service, 17-02-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, disse aos jornalistas que o cardeal Walter Kasper irá proferir o discurso de abertura em uma reunião de dois dias do Colégio dos Cardeais, nos dias 20 e 21 de fevereiro. O porta-voz não especificou o tema da fala, mas disse que abordaria o ensino da Igreja sobre a família.

A reunião dos cardeais se concentrará na preparação para o Sínodo extraordinário dos bispos, de outubro, sobre os "desafios pastorais da família no contexto da evangelização", que o Papa Francisco disse que irá abordar a questão de dar a comunhão aos divorciados em segunda união.

Essa pergunta é uma sobre as quais o cardeal Kasper tem opiniões fortes e bem conhecidas. Em 1993, quando a cardeal era bispo diocesano na Alemanha, ele e outros dois bispos emitiram instruções pastorais dizendo que os padres poderiam dar a comunhão aos católicos divorciados e recasados civilmente, convencidos de que seus primeiros casamentos eram inválidos, mesmo que não tivessem recebido as anulações.

Essa prática, depois, foi descartada pelo Vaticano, mas, no ano passado, a arquidiocese de Friburgo, na Alemanha, fez uma proposta similar. Mesmo as críticas do futuro cardeal Gerhard Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, não impediram que vozes proeminentes – incluindo o cardeal Reinhard Marx, de Munique e Freising, na Alemanha, e o cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, de Tegucigalpa, na Honduras – sugerissem que Friburgo deveria ser autorizada a dar continuidade à proposta.

Os cardeais Marx e Maradiaga são especialmente influentes nos dias de hoje, porque ambos fazem parte do Conselho dos Cardeais, composto por oito membros, que o papa nomeou em abril passado para aconselhá-lo sobre a reforma da burocracia vaticana e o governo da Igreja universal.

* * *

Encontrando-se com esse conselho no dia 17 de fevereiro, o Papa Francisco deu início àquela que o Pe. Lombardi chamou de uma semana e meia "bastante cheia" no Vaticano.

O conselho deve se reunir entre os dias 17 e 19 de fevereiro para a sua terceira rodada de encontros desde outubro.

Nessa segunda-feira de manhã, o conselho recebeu uma delegação de três membros da Pontifícia Comissão Referente sobre a Estrutura Econômico-Administrativa da Santa Sé, que o papa criou em julho para investigar as práticas contábeis dos dicastérios vaticanos e para elaborar estratégias para uma maior transparência e responsabilidade fiscal.

O Pe. Lombardi disse que a comissão entregou um relatório sobre o seu trabalho, mas ele se recusou a fornecer quaisquer detalhes sobre o conteúdo.

Na terça-feira, 18 de fevereiro, o conselho está programado para receber uma comissão de cinco pessoas que o Papa Francisco estabeleceu em junho para revisar as atividades e a missão do banco vaticano. A comissão inclui dois membros norte-americanos: a professora de direito de Harvard, Mary Ann Glendon, e o Mons. Peter B. Wells, um alto funcionário da Secretaria de Estado vaticana.

Na quarta-feira, o papa e o seu conselho vão se reunir com o Conselho de Cardeais para o Estudo dos Problemas Organizacionais e Econômicos da Santa Sé, um órgão de 15 membros que supervisiona a produção do orçamento para a Santa e o Estado do Vaticano. O organismo também vai se reunir nos próximos dias 24 e 25 de fevereiro.

No sábado, 22 de fevereiro, o papa irá criar 19 novos cardeais. Ele irá concelebrar a missa com o novo e expandido colégio no dia seguinte.

Por fim, o secretariado do Sínodo dos Bispos se reunirá nos dias 24 e 25 de fevereiro.

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