Papa Francisco pretende visitar os EUA em 2015

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27 Janeiro 2014

O Papa Francisco manifestou intenção de visitar os Estados Unidos em setembro de 2015, segundo fontes vaticanas que conversaram com o National Catholic Reporter esta semana, embora destacando que nada é oficial.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada por National Catholic Reporter, 24-01-2014. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

O principal motivo para a viagem seria a oitava edição do Encontro Mundial das Famílias, um evento realizado a cada três anos lançado pelo Papa João Paulo II em 1994 e que acontece em várias partes do mundo. Em fevereiro de 2013, o Vaticano anunciou, pouco antes da renúncia de Bento XVI, que a próxima edição ocorrerá em Filadélfia, entre os dias 22 e 27 de setembro 2015.

A família tem sido uma preocupação constante tanto para a Igreja em geral quanto para Francisco pessoalmente. Entre outras coisas, o papa dedicou o próximo encontro do Sínodo dos Bispos, previsto para outubro, ao tema da família.

Por causa da Assembleia Geral da ONU normalmente ocorrer no mês de setembro, há também uma especulação de que o pontífice possa combinar a ida à Filadélfia com uma parada em Nova York para discursar na ONU.

Os papas nem sempre participaram nas versões anteriores do Encontro Mundial das Famílias, e houve uma incerteza desde a eleição do Papa Francisco se ele iria fazer a viagem.

Entretanto, nesta semana dois altos funcionários do Vaticano, em off, disseram ao National Catholic Reporter que o papa manifestou desejo de aí comparecer. Dado que as datas estão muito longe no tempo (a cerca de 20 meses), as fontes advertiram que muita coisa pode mudar.

Via de regra, o Vaticano não confirma as datas das viagens papais até pouco antes de elas ocorrerem.

Na sexta-feira (24-01-2014) um funcionário da arquidiocese da Filadélfia contou ao National Catholic Reporter que “estas viagens não estão ‘certas’ até que elas sejam oficiais” e que as autoridades locais não receberam “nenhum indicativo oficial” sobre isso.

“Nós esperamos [que a viagem aconteça], mas não sabemos de nada”, falou.

Se ocorrer, a viagem seria importante não só como a primeira ida do Papa Francisco aos Estados Unidos, mas também por causa do contexto de um grande evento católico focado na família.

A defesa da família tradicional, definida como uma união entre homem e mulher e aberta a filhos, vem sendo uma preocupação central para a Igreja tanto nos EUA como em outras partes do mundo, em particular à luz da crescente pressão pelo reconhecimento das uniões homoafetivas.

Quando o Papa Francisco se encontrou com o presidente francês François Hollande na última sexta-feira, por exemplo, um comunicado do Vaticano informou, logo depois, entre outras coisas, que os dois líderes discutiram “a família” e “questões bioéticas”. O socialista Hollande aprovou uma lei do casamento gay em maio de 2013 após sustentar esta proposta durante as eleições de 2012.

Alguns legisladores católicos em várias partes do mundo citam a agora famosa observação do papa feita a bordo de um avião, no mês de julho, em relação aos gays – “Quem sou eu para julgar?” – a fim de justificar os votos a favor do casamento homoafetivo.

No entanto, após um recente encontro com o papa um bispo de Malta disse que o líder da Igreja reafirmou uma declaração de 2010 feita enquanto ele ainda era o arcebispo de Buenos Aires, segundo a qual o casamento homoafetivo representa uma “regressão antropológica”.

Em uma entrevista concedida em setembro de 2012, dom Charles Chaput, da Filadélfia, falou ao National Catholic Reporter estar preocupado com o fato de que o Encontro das Famílias pudesse ser visto como uma manifestação massiva contra o casamento gay.

“Os inimigos da posição da Igreja vão dizer que é isso mesmo”, disse Dom Chaput. “É importante para nós não deixar isso acontecer”.

Apesar do risco, Chaput disse na entrevista de setembro que uma visita papal seria uma bênção para a Igreja na Filadélfia.

“Em todos os lugares aonde fui e que um papa antes esteve constitui um momento de graça para a Igreja local”, afirmou.

“Vivenciei isso de modo extraordinário em Denver, onde herdei uma diocese que sediou o Dia Mundial da Juventude”, falou referindo-se à visita do Papa João Paulo II em 1993. “Aquela visita mudou o rosto de Denver”.

Em privado, funcionários do Vaticano manifestaram preocupação com uma possível ida aos EUA por uma outra razão: Francisco não se sente confortável para se expressar em inglês. Por outro lado, observam, tal obstáculo linguístico não tem impedido-o de colecionar altos índices de aprovação entre os católicos e não católicos do país.

Uma pesquisa no final de dezembro conduzida pelo canal CNN descobriu que 88% dos católicos americanos tem uma opinião favorável do pontífice, com o coordenador da pesquisa dizendo que o Papa Francisco é “sem dúvida a figura religiosa mais bem-vista entre o público americano hoje”.

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