Chamado ‘Leilão da Resistência’ ruralista arrecada R$ 640,5 mil em Mato Grosso do Sul

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09 Dezembro 2013

O chamado “Leilão da Resistência”, articulado por produtores rurais para arrecadar recursos que seriam utilizados contra ocupações de terras no estado, arrecadou R$ 640,5 mil com o arremate dos lotes de animais e cereais, segundo o diretor da Leiloboi, Carlos Guaritá. O evento foi realizado no sábado (7) após decisão da Justiça, que determinou que o dinheiro seja depositado em juízo e liberado somente ao final de processo protocolado pelas comunidades indígenas.

A notícia é publicada por G1 MS, 08-12-2013.

O G1 entrou em contato com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e com o advogado que representa os indígenas, Luiz Henrique Eloy, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Segundo Guaritá, foram leiloados 674 cabeças de gado e vendidas mais de três mil sacas de cereais. Segundo ele, a entrega dos animais será feita ainda neste domingo (8) para todos os compradores.

Além dos lotes leiloados, houve ainda doações em dinheiro e sacas de cereais que sobraram ainda estão sendo vendidas. O balanço final do leilão será divulgado na segunda-feira (9). Cerca de duas mil pessoas participaram do leilão, que também foi transmitido por um canal de televisão. Guaritá disse que vários lotes foram arrematados via telefone.

Segundo o presidente da Associação dos Criadores do estado (Acrissul), Francisco Maia, o objetivo do leilão foi arrecadar recursos para ações de mobilização dos produtores, de logística, para o pagamento de honorários de advogados, para a divulgação do movimento e até mesmo para segurança.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, diz que a verba arrecadada no “Leilão da Resistência” será dividida entre os sindicatos rurais em Mato Grosso do Sul para atender as necessidades de cada região.

Briga judicial

A abertura do evento teve a presença e discursos de senadores da República, deputados federais e estaduais. Parlamentares cogitaram a realização de leilões semelhantes em outros estados.

O leilão havia sido suspenso pela Justiça Federal. A juíza Janete Lima Miguel, da 4ª Vara Federal em Campo Grande, atendeu a pedido de comunidades indígenas e movimentos sociais. A Famasul e a Acrissul recorreram e conseguiram realizar o evento.

Além de estabelecer o depósito dos valores em juízo, foi estabelecido que sejam enviadas ao judiciário informações sobre as doações e arremates. Se essas duas obrigações foram descumpridas, haverá multa de duas vezes o valor arrecadado e não inferior àquele fixado na primeira decisão, que é de R$ 200 mil.

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