Inácio, Pedro Fabro e Francisco. Três amigos da Universidade de Paris

Revista ihu on-line

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Mais Lidos

  • Aos 15 anos da morte do filósofo francês Jacques Derrida, o último subversivo

    LER MAIS
  • Santa Irmã Dulce, a ''Madre Teresa brasileira''. Bolsonaro ausente

    LER MAIS
  • Como a ciência defende a floresta. Entrevista com Carlos Afonso Nobre

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

25 Novembro 2013

Pedro Fabro, primeiro e muito querido companheiro de Inácio de Loiola, viveu apenas quarenta anos. A primeira metade da vida decorreu na sua terra, a Sabóia dos Alpes, no seio de uma família rural pobre e muito cristã. Ajudado por um tio sacerdote, veio a estudar na Universidade da Sorbone, em Paris, e na pensão que habitava terá como companheiro de quarto a Francisco Xavier, 19 anos, e futuro santo. Lembrando tempos passados, fabro diz: tínhamos o mesmo quarto, a mesma mesa e a mesma bolsa de dinheiro. Inácio acabou por ser meu mestre em matéria espiritual.

O artigo é de Ramón F. de la Cigoña, jesuíta, e publicado no seu blog, Terra Boa, 02-08-2012.

Ordenado sacerdote, Fabro fez os Exercícios Espirituais sob a orientação de Inácio. Como padre, foi ele quem celebrou a missa em Montmartre/Paris, 15/AGO/1534, quando Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Afonso Salmerón, Diego Laynez, Nicolau de Bobadilla (espanhóis), Simão Rodrigues (português) e ele mesmo fizeram votos de pobreza e castidade, colocando assim os alicerces da futura Companhia de Jesus.

Os últimos dez anos de Fabro foram de intenso serviço apostólico, percorrendo a cavalo ou a pé Itália, Alemanha, Espanha, Bélgica, Portugal... Por onde passava, Fabro pregava, confessava, orientava espiritualmente e dava os Exercícios Espirituais... atento sempre às moções do Espírito de Deus. Fabro foi certamente o grande missionário da Europa, assim como Xavier o será na Índia. Era um homem encantador e mestre da espiritualidade inaciana!

Se Cristo se entrega a mim todos os dias na Eucaristia, não deverei eu me entregar a Cristo e e atodas as pessoas, boas e más, conversando, trabalhando, abrindo-me todo a todos?

Foi uma pessoa profundamente comprometida e contemplativa. Seu companheiro Simão Rodrigues, assim o definia: Tinha uma doçura alegre e uma cordialidade que nunca encontrei em ninguém. Entrava, não sei como, na intimidade dos outros, atuava pouco a pouco sobre os corações, e tão bem que pelo seu modo de proceder e o encanto da sua palavra, os levava ao amor de Deus...

Segundo o próprio Santo Inácio era quem melhor dava os Exercícios Espirituais. Fabro foi eleito delegado para o Concilio de Trento (1546-1563), mas morreu em Roma quando já estava a caminho... O Papa Pio IX o declarou bem-aventurado, em 1872.

Veja também:

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Inácio, Pedro Fabro e Francisco. Três amigos da Universidade de Paris - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV