“Não aos ‘consagrados solteirões’; requer-se inquietude espiritual”, insiste o Papa Francisco

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Por: André | 29 Agosto 2013

“Penso com dor nos consagrados que não são fecundos, que são solteirões; conservem a inquietude espiritual, a inquietude de anunciar o Senhor com coragem e de ir ao encontro do outro, do amor para com cada irmão e irmã”.  As palavras são do Papa Francisco e foram pronunciadas para convidar a seguir o exemplo de “inquietude” e de “fecundidade pastoral” representado por Santo Agostinho, durante a missa reservada aos padres da ordem por ocasião da abertura de seu 184º Capítulo Geral na Igreja de Santo Agostinho, em Roma.

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 28-08-2013. A tradução é de André Langer.

Refletindo sobre a figura de Santa Mônica, mãe de Agostinho, Bergoglio observou: “Quantas mães, hoje, derramam lágrimas para que seus filhos voltem para Cristo? Não percam a esperança da graça de Deus”. “Não é possível que um filho de tantas lágrimas pereça – acrescentou Francisco. O próprio Santo Agostinho, depois da conversão e ao dirigir-se para Deus, escreveu: ‘Por amor a mim chorava diante de ti minha mãe, completamente fiel e derramando mais lágrimas que as mães pela morte do filho. Esta mulher é inquieta, mas pelo que ela chorava, Deus o havia dado abundantemente’”.

Na homilia, o Papa Francisco advertiu sobre a mundanidade espiritual, pelo que convidou a “não se deixar fascinar pela mundanidade espiritual e do carreirismo”. “A mundanidade espiritual – advertiu Jorge Mario Bergoglio – impulsiona a fazer tudo por amor próprio, por interesses pessoais, por carreirismo”. O Pontífice insistiu em que é preciso ter cuidado diante do perigo de “se acomodar na própria vida cristã, na vida sacerdotal, na vida religiosa e também na vida comunitária”, em vez de sentir “a força da inquietude por Deus, por sua Palavra”, que impulsiona a “ir ao encontro do rebanho”, a “ir ao encontro dos outros”.

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