Gravidez precoce e diferença de gênero ainda castigam mulheres latino-americanas

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17 Agosto 2013

Uma em cada dez adolescentes latino-americanas de 15 a 19 anos de idade já é mãe, revelou em entrevista o diretor executivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Babatunde Osotimehin. O elevando índice de gravidez precoce e as diferenças de gênero são os grandes temas que a América Latina e o Caribe precisam encarar, disse.

A reportagem foi publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 15-08-2013.

Montevidéu sediou a I Conferência de População e Desenvolvimento da América Latina e do Caribe. Relatório preparado pela UNFPA analisa os dois pontos lembrados por Osotimehin, que, como disse, resultam do quadro de pobreza e desníveis sociais que a região apresenta. Os dois pontos incidem negativamente  tanto na saúde de mulheres e jovens como no seu desenvolvimento educacional. A gravidez nessas condições interrompe muitos sonhos, afirmou.

Nos últimos 20 anos, desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, reunida no Cairo, verifica-se alguns avanços nesses temas. Apesar dos problemas que relatou, Osotimehin lembrou que mulheres e jovens têm, hoje, maior participação no cenário político e social.

Também diminuíram os casos de mortalidade materna, embora ainda se constate condições precárias em algumas regiões do continente no atendimento de gestantes e de saúde em geral.

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