Brasil ocupa 97º lugar em ranking mundial de mortalidade infantil, segundo ONU e IBGE

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Por: Jonas | 05 Agosto 2013

As taxas de mortalidade infantil (de crianças com menos de 1 ano) e na infância (com menos de 5 anos) no país apresentaram reduções de mais de 70% nos últimos 30 anos, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas o Brasil ainda está longe de países como a China e o vizinho Chile.

A reportagem é publicada pelo portal UOL, 02-08-2013.

"Apesar da mortalidade ter caído muito, nós ainda continuamos distantes dos níveis das regiões mais desenvolvidas", afirmou Fernando Albuquerque, pesquisador do IBGE, durante a apresentação dos dados.

Em relação a mortalidade infantil, o Brasil ocupa o 97º lugar no ranking mundial, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidos) usados como referência pelo IBGE, com 16,7 mortes por 1.000 nascidos vivos.

O topo da pirâmide é ocupado pela China (junto com Hong Kong), que apresenta 1,89 mortes por 1.000 nascidos vivos, seguido de Islândia (1,89) e Cingapura (1,97). O Chile está em 47º lugar (6,54) e a Argentina, em 80º (12,4).

Em último lugar no ranking aparecem República Democrática do Congo (112,2) e Serra Leoa (121,9).

No ranking de mortalidade na infância, ou seja, de crianças com menos de 5 anos, o Brasil está em 94º lugar, com 19,4 mortes por 1.000 nascidos vivos.

Em primeiro lugar (com menor taxa) está Cingapura (2,5), seguido de Islândia (2,7) e China, Hong Kong (2,9). O Chile aparece em 47º (7,9) e a  Argentina aparece em 79º (14,5). Em último lugar estão, assim como no índice anterior, República Democrática do Congo (186,9) e Serra Leoa (194,1).

Expectativa de vida

Em relação à expectativa de vida (ou esperança de vida ao nascer), o Brasil está em 91º lugar na lista da ONU (com 73,6 anos). O país com melhor resultado é o Japão (83 anos), seguido de China e Hong Kong (82,8) e Suíça (82,1). O Chile aparece em 34º lugar na lista (79,2) e a Argentina, em 59º (75,7).

As piores posições pertencem a Botsuana (46,9) e Serra Leoa (44,6).

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