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Por: Cesar Sanson | 24 Junho 2013

Integrantes comunicaram que participarão de protestos nas regiões afastadas da capital paulista.

A reportagem é de Tatiana Farah e publicada pelo portal do jornal O Globo, 23-06-2013.

Depois de deixar os protestos do centro da cidade e com a redução de R$ 0,20 nas passagens de ônibus e metrô, o Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo divulgou, neste domingo, que vai participar dos protestos na periferia da cidade, dando apoio a organizações como Periferia Ativa e Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O protesto está marcado para terça-feira, partindo do metrô Capão Redondo, extremo sul de São Paulo.

Os militantes do MPL têm dito que não vão incorporar as pautas do protesto de sábado, que reuniu, segundo a Polícia Militar, mais de 30 mil pessoas contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, que reduz o poder de investigação do Ministério Público. Segundo o MPL, o foco do movimento é “transporte público, mobilidade urbana e acesso à cidade”. Na verdade, o grupo quer afinar o discurso com as organizações de esquerda.

“Se antes diziam que baixar a passagem era impossível, a luta do povo provou que não é. Já derrubamos os 20 centavos. Podemos conquistar muito mais. O transporte só vai ser público de verdade quando não tivermos que pagar nenhuma tarifa para usá-lo. Seguimos na luta pela retomada da cidade e de nossas vidas. Nessa terça, dia 25, o Movimento Passe Livre - São Paulo se soma a mobilização dos parceiros do Periferia Ativa ‘Comunidade em Luta” e do MTST”, diz o texto divulgado na página do MPL de São Paulo.

De acordo com o Passe Livre, as reivindicações são: desmilitarização da polícia, saúde e educação “padrão Fifa”, controle sobre o valor dos aluguéis, contra as remoções, tarifa zero para o transporte público e redução do custo de vida.

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