“Nós vencemos. Grande vitória para o movimento”, diz Passe Livre

Revista ihu on-line

Gauchismo - A tradição inventada e as disputas pela memória

Edição: 493

Leia mais

Financeirização, Crise Sistêmica e Políticas Públicas

Edição: 492

Leia mais

SUS por um fio. De sistema público e universal de saúde a simples negócio

Edição: 491

Leia mais

Mais Lidos

  • Um regime anômalo sem direção definida. Artigo de Boaventura de Sousa Santos

    LER MAIS
  • “Sem Cerrado, sem água, sem vida”: campanha nacional em defesa do Cerrado é lançada em Brasí

    LER MAIS
  • Macri admite oficialmente que um em cada três argentinos é pobre

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Por: Cesar Sanson | 20 Junho 2013

“Nós vencemos! A gente ganhou! É uma grande vitória para o movimento”, comemorou, claramente emocionada, a militante do Movimento Passe Livre Érica de Oliveira, logo após o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PSDB), e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) revogarem o aumento da tarifa do transporte público, que passa de R$ 3,20 para R$ 3,00.

A reportagem é de Sarah Fernandes e publicada pela Rede Brasil Atual – RBA, 20-06-2013.

“O motivo pelo qual nós fomos para a rua foi alcançado. Se houver um novo aumento nós voltaremos a nos mobilizar, mas por enquanto essa luta específica terminou”, disse Érica. Apesar de ter afirmado que os protestos serão encerrados, o movimento planeja para amanhã um ato de comemoração. “Nós ganhamos! Nós ganhamos”, repetia emocionada.

As passagens de ônibus, trem e metrô em São Paulo foram reajustadas no último dia 2 de R$ 3 para R$ 3,20. Quatro dias depois do anúncio ocorreu a primeira manifestação pública contra o reajuste da tarifa na cidade. A segunda foi marcada para o dia seguinte, sexta-feira (7). Novas marchas aglutinaram milhares de paulistanos na terça-feira (11) e na quinta-feira (13), ato marcado por extrema repressão da Polícia Militar, inclusive contra profissionais da imprensa.

Como reação, pelo menos 150 mil pessoas foram às ruas da capital paulista para exigir a redução da tarifa na última segunda-feira (17). Ontem (18) uma multidão voltou às ruas para protestar contra o aumento.