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Polícia dispersa protesto contra a Vale em Moçambique

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17 Abril 2013

Policiais dispersaram nesta quarta-feira um protesto de moradores reassentados para a instalação de uma mina de carvão da Vale em Moçambique, no sudeste da África. Os manifestantes bloqueavam desde a tarde de terça-feira a ferrovia pela qual a empresa escoa sua produção.

A reportagem é publicada pela BBC Brasil, 17-04-2013.

Ativistas disseram à BBC Brasil que os manifestantes "fugiram para as matas" quando policiais usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha para liberar a linha férrea.

O grupo era formado por oleiros (produtores de tijolos de cerâmica) que dizem não ter recebido toda a indenização que haviam acordado com a empresa em razão do realojamento.

Desde 2011, a Vale opera no distrito de Moatize, na província moçambicana do Tete (noroeste do país), a maior mina de carvão a céu aberto do mundo. A empresa diz que já pagou a indenização e que desenvolve na região ações "para incrementar a produção e renda no nível microempresarial que permitirão a integração dos oleiros nessas atividades".

 

Balas de borracha

Segundo a Ação Acadêmica para o Desenvolvimento das Comunidas Rurais (Adecru), movimento que apoia a manifestação, cerca de 500 pessoas - em sua maioria jovens oleiros - participavam do protesto quando, por volta das 17h locais (13h de Brasília), 40 policiais usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersá-las.

"Eles fugiram para as matas e temos informações de que há feridos", afirmou à BBC Brasil Adriano Vicente, gestor de programas da Adecru.

Jeremias Vunjanhe, da organização Justiça Ambiental, que também apoia os manifestantes, diz que alguns moradores que fugiram durante a operação ainda não foram localizados por familiares.

O governo moçambicano não se pronunciou sobre a intervenção.

Vicente diz que, desde o início da operação da mina da Vale, centenas de famílias de oleiros desalojadas perderam "o único meio de vivência que tinham".

As famílias, segundo ele, foram deslocadas para áreas onde o solo não permite a atividade oleira ou onde já existem outros produtores.

Para compensá-las pelo deslocamento, de acordo com Vicente, a Vale teria oferecido uma indenização de 120 mil meticais (cerca de R$ 8 mil) a cada família.

No entanto, ele diz que só 60 mil meticais (R$ 4 mil) foram pagos desde então.

 

Funcionários subalternos

Já a Vale diz que a indenização total acordada era de 60 mil meticais, que foram pagos diretamente a 785 donos de olarias entre 2008 e 2012.

De acordo com Vicente, as famílias iniciaram o protesto após tentarem negociar na terça-feira com o diretor da Vale em Moçambique, Ricardo Saad.

Como não foram recebidas pelo diretor - que teria enviado "funcionários subalternos" para a reunião -, resolveram se manifestar, bloqueando a ferrovia pela qual a empresa escoa o carvão até o porto da Beira, no Oceano Índico.

O protesto começou às 17h locais de terça-feira. Na manhã desta quarta-feira, os manifestantes bloquearam também a via que os funcionários da Vale usam para acessar a mina.

Em janeiro do ano passado, mais de 700 famílias camponesas já haviam fechado a ferrovia, reclamando das condições das moradias e do solo das áreas para onde haviam sido deslocados.

O governo moçambicano, em resposta, enviou uma força policial especial para desbloquear a linha. Segundo ativistas, a unidade agiu com brutalidade.

A Vale não se pronunciou sobre a intervenção policial nesta quarta-feira. Em nota divulgada antes do ocorrido, a companhia diz ter "profundo respeito ao direito que o cidadão tem de se manifestar pacificamente, da mesma forma que apela ao direito de acesso de milhares de trabalhadores aos seus locais de trabalho".


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