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02 Abril 2013

Entrevista com o padre Juan Carlos Scannone, diretor da faculdade teológica de San Miguel, professor de grego do então jovem Jorge Mario.

A reportagem é de Cristian Martini Grimaldi, publicada no jornal L'Osservatore Romano, 03-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O padre Scannone tem 84 anos. É o diretor do Instituto de Investigação Filosófica da Faculdade de Teologia e Filosofia de San Miguel. A mesma faculdade da qual o Papa Francisco foi reitor entre 1980 e 1986.

O padre Scannone nos mostra o interior do quarto que à época Jorge Mario Bergoglio ocupava e que hoje hospeda o provincial dos jesuítas. "Não mudou quase nada desde então nos móveis", explica o religioso enquanto caminhamos pela sala e pelo quarto que ainda mantêm aquele certo sabor simples e essencial, típico do estilo de Bergoglio.

O Colégio Máximo e a Faculdade de Teologia e Filosofia encontram-se a cerca de 15 minutos de ônibus da estação de San Miguel, a 30 quilômetros da capital. San Miguel foi fundada em 1864 por um franco-argentino, Adolfo Sourdeaux, que batizou o lugar com o nome de San José de Pilar. Bergoglio, antes de entrar na faculdade de San Miguel, estudou como seminarista da arquidiocese de Buenos Aires, em Villa Devoto.

"Ele era meu aluno de grego e literatura no seminário", diz o padre Scannone. "Eu não lhe ensinei latim como alguns jornais noticiaram nestes dias. Bergoglio, à época, já era formado. Veio ao seminário para estudar matérias humanísticas. Mas ele foi o meu pai espiritual, o meu reitor, o minha provincial, e por isso tínhamos muita relação".

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