Negociação do Estado com o crime organizado? "Jamais faria isso"

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20 Novembro 2012

Do Painel do Leitor, publicado no jornal Folha de S. Paulo, 20-11-2012:

"Sobre a reportagem "Não sou contra negociar com o crime organizado" ("Entrevista da 2ª", ontem), embora o texto esteja correto, na chamada e na primeira página me foi atribuída a polêmica posição de que eu seria favorável a uma negociação do Estado com o crime organizado. Jamais faria isso e uma afirmação dessas não está no texto de minha entrevista.

O que fiz foi descrever exemplos de processos de mediação de conflitos por meio de entidades civis que teriam acontecido e os problemas e limites deste tipo de estratégia. Jamais tomaria posição genérica em tema tão espinhoso mesmo porque não acredito na estratégia.

Não se negocia com organizações criminosas. Muito menos o país deveria adotar algo desta natureza, como foi dito na primeira página. Pode se pensar em mecanismos de mediação de conflitos para reduzir e evitar as mortes resultantes através da ação de entidades civis, tal como já ocorre no Brasil, e em outros países. Infelizmente me foi imputada uma posição absolutamente falsa e que parece ser a tese da entrevista, e na realidade é um tema absolutamente secundário e sem maior importância no contexto do que estava sendo discutido."

Claudio Beato, sociólogo e professor da UFMG (Belo Horizonte, MG)

Resposta do jornalista Mário Cesar Carvalho: O sociólogo Claudio Beato disse em entrevista gravada não ser contra a negociação, em situações emergenciais, com organizações criminosas, para evitar mais mortes.

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