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Haddad renova sigla e cristaliza a ascensão de um 'PT 3.0'

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29 Outubro 2012

A provável eleição hoje de Fernando Haddad (PT), 49 anos, como prefeito de São Paulo consolida a tendência de renovação dos quadros da legenda, criando uma espécie de geração 3.0 que comandará o establishment partidário num futuro próximo.

Num misto de intuição, diletantismo e análise objetiva do cenário político nacional, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o primeiro a antever a necessidade de apresentar um candidato "novo" na disputa paulistana. Escolheu Haddad. Removeu todos os obstáculos à frente, inclusive aquela que seria a candidata natural do PT, a senadora (hoje ministra da Cultura) Marta Suplicy.

Haddad indica que o PT sempre inicia seus novos rumos em solo paulista. Eleito, será um vistoso representante da terceira onda petista.

A análise é de Fernando Rodrigues, jornalista, e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 28-10-2012.

Nos anos 80, o PT teve sua primeira fase política. Apresentava-se como novidade. A síntese era o slogan "diferente de tudo que está aí", usado Eduardo Suplicy em uma de suas campanhas.

Em 1988, o PT 1.0 registrou o ápice de seu sucesso, com a eleição de Luiza Erundina prefeita de São Paulo, em sucessão a Janio Quadros. Mas o partido era duro no trato político. Fazia raras alianças ao centro e nada com a direita.

A gestão de Erundina deu ao PT a fama de ser inepto quando ocupa o Poder Executivo. Tanto é que em 1992 o partido foi derrotado na disputa paulistana por Paulo Maluf. Os petistas entraram em uma de suas maiores crises, que chegou ao paroxismo com a derrota de Lula para o tucano Fernando Henrique Cardoso na eleição presidencial de 1994.

Cristalizou-se então a era dos expurgos no PT. No início dos anos 90, a legenda deu ultimatos para tendências de esquerda incrustadas na legenda -que faziam "entrismo", no jargão dos militantes. Com muito custo, o PT se livrou de grupos ainda apaixonados pela revolução cubana e incapazes de enxergar o mundo sem o Muro de Berlim -derrubado em 1989.

Essa época de um PT mais pragmático coincidiu com a ascensão de José Dirceu ao comando formal da agremiação, em 1995. A gestão do partido se profissionalizou. Alianças ao centro começaram a ser mais aceitas. Não foi o suficiente para que Lula ganhasse a eleição presidencial de 1998 - perdeu novamente para FHC -, mas deu ao partido uma bancada de 59 deputados e 7 senadores.

Marta Suplicy
se consolidou em 1998 como o principal nome do PT 2.0. Teve 3,7 milhões de votos na disputa pelo governo do Estado, só 74 mil a menos que Paulo Maluf. Dois anos depois, foi eleita prefeita de São Paulo.

Ato contínuo, em 2002 foi a vez de Lula chegar ao Planalto, vencendo o tucano José Serra. Essa segunda onda petista chegou ao topo em 2004, quando o PT foi o partido que mais teve votos para candidatos a prefeito em todo o país -embora Marta não tenha conseguido se reeleger na cidade de São Paulo.

Quando eclodiu o mensalão, em 2005, a cúpula do PT 2.0 começou a ser dizimada. Houve também outros escândalos, como o caso que envolveu Antonio Palocci e a quebra do sigilo bancário de um caseiro em Brasília.

Com a economia nos eixos e uma forte classe média robustecida por milhões de brasileiros vindos dos estratos menos favorecidos, Lula conseguiu se reeleger em 2006. Mas já começou a preparar a renovação do partido.

Ao escolher sua então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para sucedê-lo, Lula apavorou muitos petistas. Mas ele provou estar com a razão em 2010. Daí para a escolha do "novo" Haddad neste ano foi um pulo.

Ainda não se completou a renovação petista. A sigla ficará um período de luto em respeito às prisões inevitáveis de mensaleiros condenados. Mas a eleição de Fernando Haddad torna inexorável a predominância do PT 3.0 daqui para a frente.


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