Ex-mordomo do papa é condenado a 18 meses de prisão

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07 Outubro 2012

Um tribunal do Vaticano condenou ontem Paolo Gabriele, ex-mordomo do papa Bento XVI, a 18 meses de prisão pelo roubo de documentos secretos, em um dos mais espetaculares julgamentos da história da Santa Sé.

A sentença foi lida pelo presidente do tribunal, Giuseppe della Torre, após duas horas de deliberações. O presidente do tribunal disse que o ex-mordomo foi condenado a três anos de reclusão, mas a sentença foi reduzida a 18 meses por causa de atenuantes. Foram considerados o fato de não ter antecedentes criminais, ter trabalhado para o Vaticano e ter reconhecido que tinha traído a confiança do pontífice. Paolo Gabriele terá que pagar os custos do julgamento.

A informação é publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 07-10-2012.

Um porta-voz do Vaticano afirmou que o papa, deve perdoar Paolo Gabriele, o que significaria que ele não cumpriria a sentença estipulada pelo tribunal.

O ex-mordomo admitiu ser a fonte de vazamento de documentos secretos, incluindo cartas ao papa que acusavam corrupções nos negócios do Vaticano.

"O que sinto mais fortemente dentro de mim é a convicção de que agi exclusivamente por amor, eu diria um amor visceral, pela Igreja de Cristo e seu representante", afirmou o condenado durante a última apelação que fez à corte.

Ex-membro do seleto grupo conhecido como "família papal", Paolo Gabriele era uma das cerca de dez pessoas que possuíam a chave de um elevador que leva diretamente ao apartamento do papa.

Antes do início do julgamento, Gabriele disse a investigadores que havia vazado os documentos porque viu "o mal e a corrupção em todos os cantos da Igreja" e que informações estavam sendo escondidas do papa.

Sentença

A advogada de Paolo Gabriele, Cristiana Arru, disse que a sentença era "justa". Segundo ela, o ex-mordomo estava "sereno" sobre o seu destino, recebendo apoio da família e "pronto para aceitar as consequências".

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