Após confronto, empresa ameaça demitir mineiros que fazem greve

Mais Lidos

  • Cosmovisão, cultura e território são peculiares a cada povo e não devem ser generalizados. Se algumas etnias foram colonizadas, outras resistem e lutam por sua autonomia, cultivando seus próprios sistemas jurídicos

    Os 115 povos originários colombianos: cosmologias diversas e pilares de vida para reconstruir o tecido social. Entrevista especial com Marcela Gutiérrez Quevedo

    LER MAIS
  • O país suspenso. Poder, desgaste e expectativa no Brasil que caminha em 2026. Artigo de Paulo Baía

    LER MAIS
  • Zettel, cunhado de Vorcaro, é maior doador de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Agosto 2012

A mineradora Lonmin ameaçou ontem demitir cerca de 3.000 funcionários em greve na África do Sul, caso eles não retornem ao trabalho hoje.

A notícia é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 20-08-2012.

A declaração foi feita no mesmo dia em que o presidente do país, Jacob Zuma, decretou uma semana de luto pelos 44 mineiros mortos em confrontos com a polícia durante protestos na última semana, na mina de Marikana, a noroeste de Johannesburgo.

Desses, 34 morreram em um único dia de confronto com a polícia, que alegou ter atirado em legítima defesa. O governo prometeu investigar.

"A nação está em choque e sofrendo", afirmou Zuma em nota. "Precisamos refletir nesta semana na santidade da vida humana. Precisamos evitar acusações e recriminação. Precisamos nos unir contra a violência."