“A Igreja deve ser pobre como São Francisco”, disse o Papa

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Por: André | 17 Julho 2012

São Francisco e São Boaventura como “testemunhos do Evangelho”, graças aos quais “a obra de Cristo na Igreja nunca retrocede, mas sempre progride”. Quem fez a indicação foi o Papa durante o Angelus que recitou em Castel Gandolfo, durante a qual convidou a imitar estes dois Santos franciscanos “para anunciar o Evangelho da Salvação com as palavras e, antes acima de tudo, com a vida”.

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 16-07-2012. A tradução é do Cepat.

Recordou a pobreza de Francisco, o fato de que nunca levasse nem dinheiro nem cinturão, de que andasse de sandálias e não usasse túnica, “transformado em outro Cristo”.

Bento XVI recitou o Angelus em Castel Gandolfo, para onde voltou depois de sua breve visita a Frascati, onde celebrou a missa na catedral e saudou os organizadores do evento. Também pediu desculpas aos fiéis que o aguardavam no pátio da residência de Castel Gandolfo, porque “rezamos em Frascati e estamos um pouco atrasados”.

Para a reflexão dominical, o Papa se inspirou no santo franciscano Boaventura, cuja festa se celebra hoje [ontem]. Na visão de Boaventura, recordou, “toda a história tem Cristo como centro, que garante novidades e renovação em todas as épocas”.

Em suas saudações, o Papa pediu em francês pelos doentes, pelos sem teto e pelas pessoas que vivem nas ruas ou nos hospitais. Em polonês, falou sobre a festa de Maria do Carmelo, que se celebra amanhã [hoje], e recordou a devoção do Papa Wojtyla à Virgem. Em italiano, saudou o Coral Sacro Jônio “João Paulo II” da província de Taranto e ao grupo de escoteiros de Reggio Calabria.

Os peregrinos que estavam presentes durante o Angelus ovacionaram durante um bom tempo o Papa, sobretudo alguns mexicanos com seus coros alegres, os poloneses e os italianos.