Primeira sondagem pós-eleitoral na Grécia dá vitória ao Syriza

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Francisco conclui o texto sobre o Sínodo amazônico; publicação deve sair em poucas semanas

    LER MAIS
  • Celibato dos padres, Papa Francisco: com Ratzinger o caso está encerrado. Eugenio Scalfari relata seu encontro com o Papa Francisco

    LER MAIS
  • Padres casados ​​e diáconas. Os bispos alemães aceleram

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

11 Maio 2012

A primeira sondagem desde as eleições de domingo mostra um segundo sismo na política grega: o Syriza (Coligação de Esquerda Radical) surge como primeira força política com 27,7% dos votos (e, eventualmente, 128 deputados, com o bónus dado ao mais votado), o Nova Democracia com 20,3% (e 57 deputados), o PASOK com 12,6% (e, assim, 36 lugares).

A informação é do jornal O Público, 10-05-2012.

O Syriza venceria com mais votos do que o primeiro classificado nas eleições de domingo passado, o Nova Democracia, que obteve 18,8%, segundo o inquérito do instituto Marc.

Tanto o Nova Democracia como o PASOK descem ainda mais num agravamento da verdadeira queda livre que sofreram estes partidos, que antes somavam 80% das preferências do eleitorado. Mais: é o único partido a registar uma subida. Todos os outros descem, mesmo que ligeiramente.

Os Gregos Independentes, partido da direita com laivos populistas (fruto de uma cisão do Nova Democracia) teria 10,2% (teve 10,6% no domingo), o Partido Comunista 7% (contra 6,9% no domingo), o Aurora Dourada (extrema-direita xenófoba, 5,7% contra 6,9% no domingo) e a Esquerda Democrática obteria 4,9% contra os 6,1% que conseguiu no domingo.

A Esquerda Democrática parece ser actualmente a chave para um possível Governo de coligação “pró-europeu”. O seu líder, Fotis Kouvelis, propôs “um Executivo ecuménico” que fosse o mais alargado possível, mas analistas vêem a possibilidade de que este Governo possa deixar de fora o Syriza se este for inflexível no declarar nulo o memorando de entendimento com a troika.

A ideia do novo Executivo seria renegociar o acordo assegurando, no entanto, que o país não arrisca a sair do euro.

Também há quem evoque a hipótese de uma coligação mais à esquerda sem o Nova Democracia.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Primeira sondagem pós-eleitoral na Grécia dá vitória ao Syriza - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV