Brasil é 10º em ranking de investimentos em renováveis

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Por: Cesar Sanson | 13 Abril 2012

De acordo com relatório da Pew Charitable Trusts, baseado nos dados da Bloomberg New Energy Finance, país teve um crescimento no investimento em energias renováveis de 15% nos últimos cinco anos, o terceiro maior no G20.

A reportagem é de Jéssica Lipinski e publicada pelo Instituto CarbonoBrasil, 12-04-2012.

Apesar de a presidente Dilma Rousseff ter colocado as energias renováveis em seu discurso sobre a Rio+20 na semana passada no contexto das “fantasias”, cada vez mais pesquisas revelam que o Brasil tem potencial para crescer como um gigante da energia limpa. A última, publicada nesta quarta-feira (11), revela que o país ficou em 10º lugar em um ranking de investimentos em energia renováveis do G20 em 2011, chegando a US$ 8 bilhões no total.

Segundo o relatório Quem está ganhando a corrida de energia limpa? Edição 2011, baseado em dados da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), esse crescimento do Brasil nos investimentos renováveis, nos últimos cinco anos, foi de 14%, o que corresponde ao nono maior do grupo do G20 em 2011, e o terceiro maior entre 2006 e 2011. Em se tratando de capacidade instalada, o aumento nos últimos cinco anos foi de 49%, o que totaliza 15 GW.

Dos investimentos feitos nas renováveis, cerca de 50% foram destinados aos biocombustíveis. Com a adição de 1,9 GW de biomassa em 2011, o país se tornou o maior em capacidade instalada nessa categoria pela primeira vez. Já a energia eólica ficou em segundo lugar nos investimentos, recebendo 23% do total, e ultrapassando 1 GW de capacidade instalada. Outras renováveis ficaram com 27% dos investimentos.

E todos esses números não ajudaram a projetar apenas o Brasil no cenário renovável mundial, mas também a América como um todo. Graças à taxa de crescimento do Brasil nos investimentos renováveis em 2011, a nona maior no G20 e a segunda maior na América, o continente se destacou com um crescimento de 21% nos investimentos para US$ 63,1 bilhões, a maior taxa de todo o mundo.

Apesar da influência, a grande parcela de responsabilidade do crescimento americano ficou por conta dos Estados Unidos, cuja taxa de crescimento em investimentos foi de 42% no último ano, a terceira maior do G20. Assim, o país voltou ao primeiro lugar no ranking de investimentos, com US$ 48 bilhões em 2011. Em instalação de capacidade, os EUA figuram em segundo, com 93 GW.

De acordo com Phyllis Cuttino, diretora do Programa de Energia Limpa da Pew, o aumento nos investimentos dos EUA foi impulsionado pela aproximação do encerramento de muitas tarifas de incentivo a renováveis.

“Os Estados Unidos não têm meta de energias renováveis, mas eles decidiram tentar e incentivar os investimentos em energia limpa através de uma variedade de incentivos tarifários, créditos fiscais, subsídios fiscais, garantias de empréstimos. O que vimos nesse ano foram investidores realmente apressados nos Estados Unidos para obterem vantagem desses créditos fiscais antes que eles expirassem”, comentou ela à AFP.

Panorama mundial

No total, os investimentos em energias renováveis bateram o recorde de US$ 263 bilhões em 2011, 6,5% a mais do que no ano anterior. “Investimentos em energia limpa, excluindo pesquisa e desenvolvimento, cresceram 600% desde 2004, na base de políticas nacionais eficientes que criam certeza de mercado”, observou Cuttino.

“Esse aumento foi devido, em parte, ao número de países que têm implementado políticas nacionais eficientes para apoiar o mercado de energia limpa. Esse aumento no investimento é significativo porque conduz a inovação, comercialização, fabricação e instalação de tecnologias de energia limpa que criam novas oportunidades para inovadores, empresários e trabalhadores”, acrescentou a diretora.

Entre as energias renováveis, a que mais recebeu investimentos foi a solar, com 44%, atraindo US$ 128 bilhões. Em relação à instalação, no entanto, a eólica foi a vencedora; foram 43 GW construídos em 2011, contra 30 GW de solar no mesmo período.

“O setor de energia limpa recebeu seu trilionésimo dólar de investimento privado pouco antes do final de 2011, demonstrando crescimento significativo nos últimos oito anos. Instalações solares conduziram a maioria da atividade no último ano à medida que a queda no preço dos módulos fotovoltaicos, agora 75% mais baratos do que há três anos, mais do que compensou o enfraquecimento dos mecanismos de apoio à energia limpa em muitas partes do mundo”, notou Michael Liebreich, CEO da BNEF.

Grande parte desse investimento foi investida na Europa, cujos países estão entre as grandes potências das energias renováveis. “A Europa tem sido um líder tradicional em termos de atrair investimento privado. No último ano, eles atraíram US$ 99 bilhões de investimento privado como uma região”, declarou Cuttino.

No bloco, destaca-se a Alemanha, cujo investimento, de US$ 30,6 bilhões, foi o terceiro maior do G20, e a capacidade instalada, de 61 GW, também é a terceira maior do grupo dos 20, o que é ainda mais impressionante se compararmos o país com os dois primeiros lugares nesse quesito, China e EUA. “A Alemanha agora obtém mais energia de fontes renováveis do que o faz da energia nuclear, carvão ou gás natural”, diz o relatório.

Mas outros atores começam a ganhar corpo nessa indústria. “A Ásia e a Oceania são regiões do mundo que estão crescendo rapidamente, então continuamos pensando que o centro da economia de energia limpa vai mudar para essa região. Eles foram os segundos do mundo, atraindo US$ 71 bilhões”, destacou a diretora.

A China, que no último ano havia ficado em primeiro lugar em investimentos renováveis, caiu para a segunda posição, com 45,5 bilhões em 2011. Entretanto, o país ainda mantém a liderança na capacidade instalada, com 133 GW.

“A China tem sido capaz de alimentar seu crescimento por ter em vigor políticas muito consistentes e de longo prazo que realmente mostram aos investidores que há uma oportunidade para eles lucrarem”, enfatizou Cuttino.

Já a Indonésia, por exemplo, foi o país com maior taxa de crescimento de investimentos renováveis de 2010 para 2011, com 521%. Em um panorama de cinco anos, de 2006 a 2011, ficou em segundo lugar, com um aumento de 53%.

A Austrália também teve um aumento considerável nos investimentos de 2010 para 2011, com 11%, o que corresponde a US$ 4,9 bilhões. “Eles instituíram recentemente uma política de carbono e têm o terceiro maior nível de investimento por PIB [entre os países do G20], então eles estão indo muito bem”, ressaltou a diretora.

Por fim, outros países europeus e asiáticos também se destacaram na análise. “A Alemanha, a Itália, o Reino Unido e a Índia também ficaram entre as nações que atraíram com mais sucesso os investimentos privados no último ano”, mostra o relatório.

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