Associação quer restringir atuação do Coaf

Mais Lidos

  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS
  • Modelo analítico do Norte Global para compreender o recrudescimento de novos autoritarismos não pode ser padronizado para nossa região do mundo, pondera a pesquisadora. Heterogeneidades de cada país devem ser levadas em consideração, observando a extrema-direita do Sul Global a partir do Sul Global

    O Sul Global como laboratório de investigação sobre a extrema-direita. Entrevista especial com Tatiana Vargas Maia

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial: Por uma Transformação Humanística da Universidade. Artigo de Carl Raschke

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Janeiro 2012

Uma entidade representativa dos desembargadores do país vai pedir ao Ministério Público Federal a adoção de medidas para restringir a atuação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão fiscalizador do Ministério da Fazenda.

A notícia é do jornal Folha de S. Paulo, 24-01-2012.

O requerimento configura uma reação dos magistrados à parceria estabelecida entre o Coaf e a corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

O Coaf produziu, a pedido do conselho, um levantamento que apontou movimentações financeiras atípicas de magistrados e servidores do Judiciário que somaram R$ 855 milhões entre 2000 e 2010.

O trabalho foi usado pelo CNJ como uma das justificativas para iniciar a inspeção das folhas de pagamento de 22 tribunais.

O pedido de restrição das ações do Coaf deverá ser entregue pela Andes (Associação Nacional de Desembargadores) ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, hoje.

Segundo a Andes, o Coaf não pode exigir informações sobre movimentações financeiras atípicas de clientes de bancos ou outras instituições sem autorização judicial específica.