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16 Janeiro 2012

Nebulosidade

“O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), constrangeu o Planalto ao divulgar relatório que entregou em 2010 ao governo cobrando medidas preventivas contra a estiagem no Sul, sua base eleitoral. Dilma é criticada pela oposição por ter agido com atraso no combate à seca na região” – Renata Lo Prete, jornalista – Folha de S. Paulo, 16-01-2011.

Lula – Dilma

“A presidente (Dilma) tem um arcabouço teórico bem mais claro e sofisticado, baseado principalmente nos pensamentos do grupo de economistas ligados historicamente ao PT e a outros partidos de esquerda. Lula era um pragmático e, diante do sucesso econômico em seu governo, preferiu não mudar, na sua essência, o soft tucano” – Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES – Valor, 16-01-2012.

“Uma das marcas deste novo pensamento econômico - e que já podemos notar em muitas de suas políticas - é uma posição mais agressiva de intervenção do governo na economia” – Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES – Valor, 16-01-2012.

“Em minha opinião, é este aumento da intervenção do Estado o principal fator que explica a incapacidade do Brasil de crescer a taxas mais elevadas. E não vejo a presidente mudando de rumo” – Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES – Valor, 16-01-2012.

Impostores

”Para um artista, o fracasso e o sucesso são iguais. Os dois são impostores” - Antonio Abujamra, ator – O Estado de S. Paulo, 16-01-2012.

Odeio a esperança

“Não tenho esperança em nada. Odeio a esperança. A esperança já f... a América Latina e você vem me perguntar, aos 79 anos, se tenho esperança?” - Antonio Abujamra, ator – O Estado de S. Paulo, 16-01-2012.

Não deu certo

“(O homem) é uma experiência que não deu certo. Talvez daqui a 10 mil anos dê” - Antonio Abujamra, ator – O Estado de S. Paulo, 16-01-2012.

Família

“Quase sempre os membros da nossa família não são nossos melhores amigos e não é gente em que podemos confiar nossos desesperos porque sempre esperam de nós soluções para as demandas do dia a dia” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 16-01-2012.

Misérias secretas

“Maridos, esposas, filhos, irmãos, pais, quase sempre não servem para ouvir nossos segredos, mas apenas servem para constatar nossas misérias secretas” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 16-01-2012.

Prisão

“Quem diz que a solução do homem é política é sempre um mau caráter que gosta de política. Seja na universidade, seja em Brasília. A vida é uma prisão e não gosto de rotas de fuga falsas” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 16-01-2012.

“Para mim vale sempre uma regra básica: não confio em nada em que departamentos de recursos humanos confiam” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 16-01-2012.

Marketing de tudo

“A mania de sermos completamente compreendidos nada mais é do que o desejo de agradar a todos o tempo todo, uma das pragas típicas de um mundo marcado pelo marketing de tudo” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 16-01-2012.

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