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20 Dezembro 2011

Luto. O "querido líder" morreu. O dirigente norte-coreano Kim Jong-il morreu no sábado de uma crise cardíaca, mas o anúncio oficial da sua morte somente foi feita nesta segunda-feira, dia 19-12-2011.. O ditador tinha 69 anos de idade. Ele dirigia o país com mão de ferro, desde a morte do pai, Kim Il-sung, em 1994. A República Popular Democrática da Coreia tem a única dinastia comunista da História onde reinam o culto à personalidade. censura, execuções e internações arbitrárias nos campos de concentração. Seu filho mais novo, Kim Jong-un, menos de 30 anos, foi designado para suceder o pai.

Foto: Yonhap News/Newscom/ABACA

Aos prantos. Os norte-coreanos expressam uma "tristeza indescritível" pela morte do dirigente Kim Jong. Em Pyongyang, as lojas fecharam, as bandeiras foram hasteadas a meio pau e os habitantes não cessam de se lamentar publicamente. Eles retiram suas mantas vermelhas ou a esconderam dentro de suas vestimentas. "Eles não param de enxugar as sua lágrimas, eles estão cobertos de dor e de desespero ante uma tão grande perda", escreve a Agência Central da imprensa coreana. As atividades de dança e canto foram proibidas até o dia 29 de dezembro, durante o luto nacional. Para controlar a emoção, o exército está de prontidão e o poder pede que a população fica em suas casas e acompanhe tudo pela televisão. O objetivo é ter a situação sob controle. O poder teme o surgimento de uma opinião pública e os movimentos de massa. O exército também está de prontidão ao longo da fronteira com a China com o objetivo de impedir as fugas massivas da população.

Foto: Kyodo/REUTERS

Homenagem. Os tchecos em luto saíram às ruas, neste domingo, dia 18-12-2011, no coração de Praga para prestar uma última homenagem a Vaclav Havel, que morreu, neste dia, aos 75 anos de idade, nos lugares emblemáticos da "Revolução de veludo" de 1989 da qual o antigo dissidente e chefe de Estado era o artífice. Vaclav Havel simbolizava a democracia e a liberdade. Durante toda a tarde do domingo, cidadãos de Praga, de todas as idades, colocavam velas e flores na placa, colocada em memória da manifestação estudantil de 17 de novembro de 1989, uma data que se tornou festa nacional.

Foto: Sean Gallup/AFP

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