Tese sobre 'Toca de Assis' recebe Prêmio Capes de teses

Revista ihu on-line

SUS por um fio. De sistema público e universal de saúde a simples negócio

Edição: 491

Leia mais

A volta do fascismo e a intolerância como fundamento político

Edição: 490

Leia mais

Maria de Magdala. Apóstola dos Apóstolos

Edição: 489

Leia mais

Mais Lidos

  • Dom Hélder Câmara e Dom Luciano Mendes de Almeida: paladinos dos pobres e da justiça

    LER MAIS
  • ‘Governo Temer é profundamente antinacional. É pior que 64’. Entrevista com Wanderley Guilherm

    LER MAIS
  • Ri, palhaço

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

10 Dezembro 2011

O teólogo e cientista da religião Rodrigo Portella, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião (PPCIR) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), foi o vencedor do Prêmio Capes de Tese, ano 2010, na área de Filosofia/Teologia, Subcomissão Teologia.

O prêmio, concedido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, reporta-se às teses defendidas em 2009. A cerimônia de entrega ocorrerá no próximo dia 15, na sede da Capes, em Brasília.

A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 09-12-2011.

A tese vencedora tem por título "Em busca do dossel sagrado: A Toca de Assis e as novas sensibilidades religiosas", sobre um grupo de jovens que amparam e desenvolveram trabalhos com a população de rua, sob a orientação do professor Francisco Luiz Pereira da Silva Neto.

Portella graduou-se em Teologia na Escola Superior de Teologia (EST), fez o mestrado em Ciências da Religião na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e o doutorado em Ciência da Religião na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com estágio doutoral na Universidade do Minho, em Portugal.

"Foi feito um trabalho de campo com grupos do Rio de Janeiro, mas eles estão espalhados por todo o país: em São Paulo, Goiás, Bahia, Belo Horizonte", explicou o pesquisador. "Uma peculiaridade desse grupo é a postura que eles têm, voltada para o franciscanismo original, mais medieval. Eles não chegam a ser franciscanos, mas têm esse cuidado e atenção aos pobres e pessoas de rua", explicou.

O prêmio anual é concedido pela Capes às melhores teses de doutorado defendidas e aprovadas nos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação, considerando os quesitos originalidade e qualidade. Ele foi instituído em 2005 e é concedido à melhor tese de doutorado selecionada em cada uma das áreas do conhecimento reconhecidas pela Capes.

Na concessão deste prêmio foram considerados os 45 melhores trabalhos de conclusão de curso de doutorado apresentados em 2009, das 48 áreas do conhecimento reconhecidas pela Capes.