"Maras" forçam migrações na América Central

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01 Dezembro 2011

Dados do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) apontam o deslocamento, no ano passado, de 14 mil pessoas, entre guatemaltecos, salvadorenhos, hondurenhos e nicaraguenses, que procuraram refúgio na América do Norte, Espanha e até mesmo em países da região.

A reportagem é Trinidad Vásquez e publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 01-12-2011.

Preocupada com o movimento forçado de cidadãos centro-americanos, a Faculdade de Ciências Sociais e o Instituto de Direitos Humanos da Universidade Centro-Americana (UCA), de Salvador, e o comitê de consulta do Sistema de Integração Centro-Americano (Sica), convocaram reunião para San Salvador, que contou com representantes do Conselho de Igrejas Evangélicas Pró Aliança Denominacional da Nicarágua (Cepad), da Rede de Migrantes Nicaraguense, do Serviço Jesuíta dos Migrantes e do Centro Nicaraguense dos Direitos Humanos (CENIDH).

Antes de partir para San Salvador, a representante do Cepad, Blanca Fonseca, confirmou que várias famílias salvadorenhas e hondurenhas fugiram de seus países por causa das ameaças que receberam de quadrilhas (maras).

Segundo dados oficiais, na América Central existem 920 maras, com 70 mil integrantes, que, juntas com o narcotráfico e o crime organizado, vêm assustando cada vez mais pessoas, fazendo-as migrar para o interior de seus países ou para o exterior.

A reunião de San Salvador iniciou ontem e termina hoje.

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