Uma resposta da Justiça aguardada há 13 anos!

Mais Lidos

  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

14 Julho 2011

Dia 27 de julho acontecerá em Curitiba o Júri de um caso muito emblemático quanto à Violência no Campo. O acusado de matar Eduardo Anghinoni, no assentamento Pontal do Tigre (Querência do Norte - PR), no ano de 1999 (Era Lerner), finalmente será julgado pelo crime. Mas é possível que ele consiga um novo adiamento do julgamento.

O comunicado é do sítio Terra de Direitos, 13-07-2011.

O acusado é o executor (jagunço) Jair Firmino Borracha. O caso envolve diversos fazendeiros da UDR, como Marcos Prochet, ex-presidente da UDR (também acusado judicialmente de assassinato de um trabalhador sem terra) entre outros; e, se condenado, é inédito (o caso demarca o 1º Júri Popular nesse tipo de acusação) na denúncia da existência de Milícias Privadas para expulsão do campo e amedrontamento de famílias de trabalhadoras/es rurais sem terra.

Acreditamos que uma das formas de garantir a realização do júri é fazer pressão política para tal. Nesse sentido, a comunicação por meio das organizações políticas e populares torna-se estratégia central. Por isso, pedimos a todos os movimentos, entidades e organizações parceiras que nos ajudem a divulgar as notícias sobre o Júri.