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12 Setembro 2016

'"Más temprano que tarde volverá el pueblo a las grande alamedas... La historia es nuestra, la hacen los pueblos", disse Allende pouco antes de partir, naquele 11 de setembro de 1973, quarenta e três anos atrás. E penso agora, com muita emoção no nosso Brasil, no terceiro golpe que me tocou viver. Repito hoje as palavras do "Chicho" Allende', escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo e escritor.

Companheiros/as.

Foi uma emoção voltar ao Chile no começo dos anos noventa e entrar no pátio de los naranjos, numa Moneda restaurada. Vieram-me à memória os versos de Pablo Milanés:

Yo pisaré las calles nuevamente
De lo que fue Santiago ensangrentada
Y en una hermosa plaza liberada
Me detendré a llorar por los ausentes

Yo vendré del desierto calcinante
Y saldré de los bosques y los lagos
Y evocaré en un cerro de Santiago
A mis hermanos que murieron antes

Retornarán los libros, las canciones
Que quemaron las manos asesinas
Renacerá mi pueblo de su ruina
Y pagarán su culpa los traidores

Un niño jugará en una alameda
Y cantará con sus amigos nuevos
Y ese canto será el canto del suelo
A una vida segada en la Moneda

"Más temprano que tarde volverá el pueblo a las grande alamedas... La historia es nuestra, la hacen los pueblos", disse Allende pouco antes de partir, naquele 11 de setembro de 1973, quarenta e três anos atrás. E penso agora, com muita emoção no nosso Brasil, no terceiro golpe que me tocou viver. Repito hoje as palavras do "Chicho" Allende.


Foto: www.scoopnest.com

Faz uns dias eu caminhava pelas avenidas do Rio com milhares de companheiros que acreditam no amanhecer "más temprano que tarde".

Em profunda solidariedade,

Luiz Alberto.

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