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26 Julho 2007

No dia 30 de junho Bento XVI endereçou uma carta aos católicos da República popular chinesa, um Estado com o qual o Vaticano não se relaciona diplomaticamente desde 1951. Desta forma, foi reposta em movimento uma história de coragem e fé iniciada pelos jesuítas no final do século XVI e precipitada, duzentos anos depois, num confronto que dura ainda hoje.

Depois de Francisco Xavier e Matteo Ricci, explodiu na Europa da Contra-reforma uma febre de vocações para gerações de jovens sacerdotes atraídos pelo Oriente. Com um edito de 1706, o imperador Kangxi rejeitou as solicitações do papa Clemente XI e impôs aos missionários a obrigação do “piao”, uma licença especial concedida pelo Filho do Céu (o emperador). A crise se precipita com a morte de Kangxi e a chegada ao trono de seu filho Yongzheng, em 1723. O novo Imperador promulga um edito no qual condena o catolicismo como “seita perversa e doutrina sinistra”.
Os missionários católicos voltarão no século subseqüente a uma China debilitada e decadente, subjugada pela superioridade militar das novas potências ocidentais. Depois as portas se fecharão de novo com a revolução comunista.

Agora a carta de Bento XVI procura uma solução ao impasse: pela primeira vez o Papa não desconhece a Igreja patriótica e propõe fundi-la com a clandestina. Pequim ainda deve responder.

(cfr. notícia do dia 26-07-07, desta página).

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