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22 Janeiro 2013

A crise econômica mundial e as medidas de austeridade aplicadas por governos já fizeram 67 milhões de vítimas no mercado de trabalho e, em 2013, o volume de desempregados baterá um novo recorde, com 200 milhões de pessoas sem trabalho.

A reportagem é de Jamil Chade e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 22-01-2013.

Mas se não bastasse o impacto social dos últimos cinco anos e o fato de os mais afetados terem sido os trabalhadores dos países ricos, as previsões estimam que as demissões vão aumentar até 2017 e, desta vez, atingirão as economias emergentes.

O alerta é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta que, comparado com 2007, 28 milhões de pessoas mais estão desempregadas no mundo. Essa é apenas parte da história. Outras 39 milhões simplesmente se cansaram de buscar um emprego e abandonaram o mercado de trabalho nos últimos cinco anos.

"O drama que se vive é de proporções enormes, e esses números representam um risco real para a desestabilização social", alertou Guy Ryder, diretor-geral da OIT. "As taxas que estamos vendo são inaceitáveis", declarou.

Uma certa redução do desemprego ocorreu em 2011. Mas, com a retomada da crise em 2012 na Europa e a volta da recessão em muitas economias, mais 4,2 milhões perderam seus empregos. O número total chegou a 197 milhões de pessoas pelo mundo, 5,9% da mão de obra global. "A desaceleração na economia global foi significativa, e isso teve um impacto severo no mercado de trabalho", disse Ryder.

O que mais preocupa a OIT é que, até 2017, a situação não ficará melhor. A previsão é de que, em cinco anos, mais de 10 milhões de pessoas extras perderão o emprego em todo o mundo. No total, a década entre 2007 e 2017 verá uma acumulação de 41 milhões de pessoas a mais sem trabalho no mundo. Em 2013, serão 5,1 milhões de demissões, além de 3 milhões em 2014. Em 2017, o total de desempregados no mundo será de 210 milhões. "Estamos caminhando na direção errada", disse Ryder.

Em 2012, 25% das demissões ocorreram nos países ricos. Na primeira fase da crise, entre 2008 e 2010, os países ricos de fato foram os mais atingidos e somaram mais 15,6 milhões de desempregados que o volume registrado antes da crise, em 2007.

Uma certa redução ocorreu em 2011, diante do que parecia ser uma retomada do crescimento mundial. Mas em 2012 a segunda onda da crise desfez os avanços obtidos e, ao final de 2013, a OIT estima que 15,7 milhões estarão desempregados, em comparação com os níveis de 2007.

Austeridade

Ryder fez questão de ressaltar que as políticas de austeridade têm sido as principais responsáveis pela crise. Em sua avaliação, "a dimensão, o ritmo e a intensidade" das políticas de corte de investimentos adotadas por vários governos acabaram incrementando a recessão e, portanto, o desemprego. Ele lembrou que o próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) admitiu ter errado na dose do remédio.

O impacto das políticas de austeridade entre os jovens preocupa a OIT. Hoje, são 74 milhões sem emprego, 12,6% do total. Nos países ricos, um a cada três jovens não tem trabalho e 35% já não encontram nada há mais de um ano.

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