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09 Julho 2021

 

Bolsonaro desafia CPI e se nega a explicar denúncias na Saúde

“Horas após a cúpula da CPI da Covid cobrar “de maneira formal” uma manifestação sobre as denúncias apresentadas pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) a respeito de um esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, o presidente Jair Bolsonaro deu a resposta, em transmissão ao vivo pelas redes sociais: “Caguei. Caguei para a CPI. Não vou responder nada”, afirmou” – O Estado de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Abalo

“Os números da popularidade de Jair Bolsonaro sugerem que as suspeitas na compra de vacinas podem resultar num abalo determinante na imagem do presidente. A nova pesquisa Datafolha mostra que o desgaste do governo chegou a segmentos da população que até aqui não o associavam à corrupção” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Desonesto

“Nenhum atributo negativo ganhou tanta adesão no último ano quanto a visão de que Bolsonaro é desonesto. Essa percepção subiu para 52%, mas a pior notícia para o governo é que ela se espalhou pelos segmentos da população: está presente no grupo de escolaridade mais baixa (53%) e na faixa mais alta (54%)” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Caminho interditado

“Depois da demissão de Moro e do agravamento da pandemia, Bolsonaro não conseguiu recuperar sua taxa de apoio entre os mais ricos e escolarizados. Agora, a imagem de desonestidade entre os mais pobres pode interditar o caminho até a reeleição ou mesmo abreviar seu mandato” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Falta de chance absoluta de reeleição

"Cenário de falta de chance absoluta de se reeleger. Não há analista político que possa ver hoje na candidatura do presidente uma viabilidade. (...) Realmente, a gente já tem quase 30 anos de experiência de vida pública, várias eleições, acho muito difícil a reversão desse quadro" – Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo, presidente do PSD – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Azedume nos quartéis e o canhão

“Quando, digamos, Jair Bolsonaro e seus filhos são chamados de assaltantes dos cofres públicos pela prática da rachadinha, os políticos não se juntam para emitir uma nota ameaçando a democracia. Aliás, nem os próprios aliados deles os defendem —não são suicidas. Mas, se um general de escrivaninha é declarado suspeito de algum malfeito e isso é confirmado por uma série de testemunhas, o azedume corre os quartéis. Se essas suspeitas atingem também alguns coronéis e tenentes-coronéis de suas relações, os militares espumam, falam em desrespeito às instituições e insinuam que vão mandar lubrificar o canhão. E por que, ao contrário das outras categorias, fazem isso? Porque eles têm o lubrificante — e o canhão” – Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo, presidente do PSD – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Velhacos

“Por se verem tão acima de si mesmos, os militares não deveriam rebaixar-se a privar com determinados políticos, negociantes, contrabandistas, atravessadores, reverendos, cabos da polícia e outros espécimes típicos do governo Bolsonaro, muito menos em negócios envolvendo milhões de dólares e vidas. Se privam, deixam de ser diferentes e arriscam-se a serem tratados por nós com a mesma sem-cerimônia com que nos referimos aos nossos velhacos” – Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo, presidente do PSD – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Pisão no pé

“O estresse provocado pela nota das Forças Armadas rebatendo Omar Aziz pode ser resumido em expressão popular dita à Coluna por um sábio do STF com trânsito nos mundos político e jurídico: quem participa do bailão não pode reclamar de pisão no pé. Ou seja, os militares topam se embrenhar na administração pelas mãos de Jair Bolsonaro e, portanto, devem deixar de lado melindres e ilusões de que são intocáveis. Em linhas gerais, a reação militar às críticas de Aziz uniu políticos e ministros da Corte de diferentes grupos pela democracia” – Coluna do EstadãoO Estado de S. Paulo, 09-07-2021.

 

O futuro exclui um presidente que devastou vidas, matas e a imagem do País

“Neste momento, em que Bolsonaro está acuado, surge a discussão: pedir o impeachment ou deixá-lo sangrar? Esses termos não são contraditórios. O pedido de impeachment é um instrumento que agrega forças e ele significa um desgaste constante. Há quem afirme que o impeachment enfraquece o governante quando ele o supera no Parlamento. Mas não foi isso que aconteceu com Trump. Quando se está num movimento descendente, quase tudo empurra para baixo” – Fernando Gabeira, jornalista – O Estado de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Somente erros gigantescos da oposição viabilizam Bolsonaro em 2022

“Chega-se a um momento em que a habilidade da oposição se torna o fator decisivo. Só uma sucessão de erros gigantescos pode tornar viável Bolsonaro nas eleições de 22. Ao menos essa é a leitura que o momento permite. Daqui para a frente ele poderá até tomar um caldo de cana do outro lado da rua. Mas sua vida política será uma desgraça. De qualquer forma, abre-se um tempo de discussão sobre as causas da ascensão de Bolsonaro, o pensamento de seus apoiadores. Em função disso será possível descortinar um horizonte mais amplo que sua simples derrota: um esforço para que isso não mais se repita na História do Brasil” – Fernando Gabeira, jornalista – O Estado de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Sentiu, Galvão

“O mea culpa do governo a respeito de Roberto Dias: o ministro Onyx Lorenzoni disse a interlocutores que o governo não deveria ter demitido o servidor assim que saiu a notícia do suposto pedido de propina. Passou recibo” – Coluna do Estadão O Estado de S. Paulo, 09-07-2021.

 

Saúde não é um valor supremo

“O que quero dizer é que a saúde não é o valor supremo. O amor, a justiça ou a liberdade são valores mais elevados. O lema da república francesa não é saúde, igualdade e fraternidade. (...) Mais vale um indivíduo doente e cheio de amor que um desprezível cheio de ódio e saúde” - André Comte-Sponville, filósofo – Folha de S. Paulo, 09-07-2021.

 

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