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23 Março 2021

 

Semana crucial

“Sob pressão, a base aliada do governo no Congresso Nacional considera que essa semana será crucial para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mudar sua atitude frente à crise sanitária no país — novo epicentro da covid no mundo. Parte dos senadores e deputados, inclusive do centrão e de partidos da base mais ideológica, não está satisfeita com a continuidade do discurso negacionista de Bolsonaro. Embora o presidente tenha passado a defender mais a vacinação em massa recentemente, outros comportamentos prejudiciais ao combate da pandemia se mantêm, como atacar o isolamento social” - Luciana Amaral, jornalista – Portal Uol, 23-03-2021.


Cheiro de sangue

“Que o casamento do Centrão com Jair Bolsonaro era uma união sem amor, e duraria apenas o tempo que durassem as conveniências, já se sabia. A autorizar a constatação está o histórico do bloco de partidos — que apoiou os ex-presidentes Lula, Dilma e Temer e abandonou os últimos dois assim que sentiu cheiro de sangue. Mas o comportamento de Bolsonaro diante da pandemia, suas recentes investidas populistas na economia e a iminência da volta de Lula ao palco de 2022 fizeram o humor do bloco se voltar mais cedo contra Jair Bolsonaro” – Thais Oyama, jornalista – Portal Uol, 22-03-2021.

 

Ethos do centrão

“Como diz um parlamentar conhecedor do ethos do centrão, "o apego dessa turma por cargos e emendas é maior que a responsabilidade para com o país". Além disso, lembra o político, "governos frágeis são um prato cheio para eles". Os tubarões do centrão, como fizeram com Dilma Rousseff, preferirão "sorver até a última gota o sangue de Bolsonaro". E só então, quando, e se, as ruas se incendiarem e a economia colapsar, cuspirão o que restou dele” – Thais Oyama, jornalista – Portal Uol, 22-03-2021.

 

Psicopata e despreparado

"Estamos em um daqueles trágicos momentos na história em que milhões de pessoas pagam um preço alto por ter um líder despreparado e psicopata no comando de uma nação" – João Doria, governador de São Paulo – PSDB – Portal Uol, 22-03-2021.

 

Isolados no mundo

"O que o presidente Bolsonaro tem feito por nós? Nada no momento. Estamos isolados no mundo" – João Doria, governador de São Paulo – PSDB – Portal Uol, 22-03-2021.

 

Pária

“O Brasil já é pária em relação ao meio ambiente, aos direitos humanos e pode correr risco de se tornar o País em que ninguém quer estar, por conta das novas variantes” – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.


Nervo exposto

“A sociedade tem um nervo exposto que combina a aceleração rápida da pandemia e a inoperância do governo federal com o fato de que todas as medidas de baixo custo que poderiam ter sido tomadas ou não foram ou mereceram agressão e escárnio. Existe um sentimento de cansaço da sociedade, de que é insustentável ir pelo caminho da morte” - Claudio Frischtak, sócio da consultoria Inter.B e um dos cinco autores da carta de empresários e banqueiros O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Derrota 1

“Por que o governo não se organizou para comprar vacinas como fizeram o Chile, a Turquia e a África do Sul? Porque não entendeu do que se tratava, porque foi ideológico, negacionista” – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Derrota 2

“‘Não se improvisa uma derrota’… ainda mais uma derrota desse tamanho” – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Ideologia, não entendimento e despreparo

“É uma mistura de ideologia, com não entendimento e despreparo”  – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Omissão

“O governo federal foi omisso, conivente e partícipe da situação de calamidade que vivemos hoje” – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Não é racional

“A racionalidade recomendaria o reconhecimento de culpa do governo e um meia volta. Mas esse governo não é racional. Não tenho nenhuma expectativa positiva sobre esse governo. Aliás, nunca tive” – Persio Arida, um dos idealizadores do Plano Real – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Estranha, a vida

“No meio médico, causa estranheza a demora na nomeação de Marcelo Queiroga” – Sonia Racy, jornalista – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Até quando?

“Até quando as instituições brasileiras vão jogar na defesa contra Jair Bolsonaro? Vocês acham que, se impedirem seu último crime, ele não vai cometer novos? Deu certo da última vez? Quantas vidas teriam sido salvas se ele tivesse sido punido na primeira?” – Celso Rocha de Barros, doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra) – Folha de S. Paulo, 22-03-2021.

 

Militares X Saúde

“O Orçamento de 2021, previsto para ser votado esta semana com quatro meses de atraso, destina R$ 8,3 bilhões para investimentos do Ministério da Defesa, um quinto (22%) do total para todo o governo federal, segundo relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) apresentado ontem. Os militares também são a única categoria que deve ser contemplada este ano com reajuste, o que deve consumir outros R$ 7,1 bilhões dos cofres públicos, enquanto todo o restante do funcionalismo está com o salário congelado até dezembro” - Adriana Fernandes e Daniel Weterman, jornalistas - O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

SUS

“No momento de colapso do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo agravamento da pandemia da covid-19, o parecer aumentou em apenas R$ 1,2 bilhão a destinação de recursos para a saúde em relação ao projeto que foi enviado pelo governo no ano passado” - Adriana Fernandes e Daniel Weterman, jornalistas - O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Queda nominal

“Em meio à pandemia, há queda nominal e real de recursos para o SUS. Se observarmos o Orçamento aplicado em 2020. Incluindo os créditos extraordinários, a queda em 2021, considerando a Lei Orçamentária, é de R$ 36 bilhões” – Bruno Moretti, assessor no Senado e especialista em gastos de saúde – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Tosco e incendiário

“A divisão do País não é entre Bolsonaro e Lula, direita e esquerda, mas sim entre um bolsonarismo tosco e incendiário e todo o resto que, independentemente de ideologia, usa outro tipo de armas: inteligência, competência, defesa da economia e da vida. Cada um escolhe o seu lado. E que depois preste satisfações à história e ao Brasil” – Eliane Cantanhêde, jornalista – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Não é bem assim!

“Acuado por economistas, empresários, políticos e panelaços, Jair Bolsonaro deflagrou campanha para tentar convencer os brasileiros de que vai tudo bem com a vacinação no País. Em nova narrativa apresentada à praça pela Secom, ele sempre se preocupou e defendeu a vacina. Não é bem assim. Em um ano de pandemia, apenas 2,4% das publicações do sempre ativo Bolsonaro em redes sociais tratavam de vacinação contra a covid-19, segundo a consultoria Bites. Pior: algumas dessas postagens criticavam a Coronavac e a vacinação obrigatória” – Coluna do EstadãoO Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Prioridades

“De março de 2020 até o último dia 19, portanto antes de o governo federal deflagrar a campanha, foram 4.822 posts, 115 tratando de imunizantes” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Quer dizer

“A maioria dessas publicações de Bolsonaro, 97, era sobre alguma informação ou anúncio de ação (exemplo: Ministério da Saúde comprou vacina X). As demais foram críticas à vacinação obrigatória (8) e à Coronavac (10), bancada por João Doria” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Empate técnico

“Foi pequena a diferença de publicações entre cloroquina (109) e vacina, sendo que a primeira não tem eficácia comprovada” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

 

Falácia

“O argumento é recorrente. Os brasileiros mais pobres já possuem benefícios demais: a própria Constituição citaria “direitos” dezenas e dezenas de vezes, mas “deveres” somente em um punhado de ocasiões. Com tantos direitos sem deveres correspondentes, o arranjo seria insustentável. O argumento é falacioso: a contrapartida de direitos são os tributos, eles são fartamente previstos na Constituição e incidem mais justamente sobre os mais pobres – aqueles que teriam direitos demais” - Pedro Fernando Nery, doutor em Economia - O Estado de S. Paulo, 23-03-2021.

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