Um selo para combater todos os racismos

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26 Janeiro 2021

A organização KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço lançou o selo “Racismo e intolerâncias: NÃO!”, que estará presente em todas as suas ações, para alertar a respeito das diferentes intolerânciasreligiosa, racista, lgtbfobia, machismo, misoginiapresentes na sociedade brasileira e que têm se perpetuado ao longo dos anos pelos sistemas de opressão.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

“Urge que sejamos contra qualquer violência e prática negativa que nos hierarquize”, enfatiza o texto que justifica a campanha. KOINONIA convida todas e todos que lutam contra qualquer prática discriminatória a adotá-lo. Dados coletados pela entidade mostram que o combate a racismos de todas as espécies é cada dia mais urgente. 

A cada sete horas uma brasileira é morta apenas pelo fato de ser mulher. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública realizou levantamento mostrando que em 2018 foram assassinadas 1.206 mulheres no país. 

Pesquisa do Ministério da Mulher e Direitos Humanos, publicada no jornal Brasil de Fato, indicou que no primeiro semestre de 2019 a intolerância religiosa teve um aumento de 56% em comparação ao ano anterior. As maiores denúncias foram apresentadas por adeptos de religiões de matriz africana. 

O Atlas da Violência, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, constatou que, em 2018, 75,7% das vítimas de homicídio no país eram negras. De 2008 a 2018 os homicídios contra negros teve um aumento de 11,5%. Já o número de mortes violentas contra pessoas não negras apresentou uma queda de 12,9% no período

Entre 2015 e 2017, indica estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, ocorreram 24.564 registros de violência contra a população LGBTQI+; 69% das vítimas tinham entre 20 e 59 anos de idade e metade era negra. 

Os dados só reforçam a importância de ampliar o combate a todo tipo de intolerâncias, “sobretudo em um governo como o que vivemos”. Por isso KOINONIA enfatiza: o selo “não é só nosso, é de todas as pessoas que lutam contra qualquer prática discriminatória”. 

As duas versões do selo podem ser baixadas acessando este link.

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